quinta-feira, 8 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS: Xa => Zw

XAMPU: consiste basicamente de uma solução aquosa de detergente, visando a limpeza dos fios de cabelo. Alguns contêm também outros ingredientes capazes de fortalecer os fios e protege-los do ressecamento.

XAMPUS, que não ardem nos olhos: os xampus infantis contêm detergentes anfotéricos, que apresentam uma parte catiônica e uma aniônica. Em meio ácido, essas partes capturam o íon hidrogênio (H1+) e, em soluções básicas, liberam um dos íons hidrogênios ligados ao nitrogênio. Tais estruturas são menos irritantes para os olhos, mantendo o pH próximo ao da lágrima.

XAROPE DE MILHO: é amido parcialmente degradado, consistindo de moléculas individuais de glicose, assim como de cadeias curtas de moléculas de glicose ainda unidas. É formado pela ação de enzimas existentes na bactéria Aspegillus oryzae, que quebra as moléculas de amido; sua viscosidade deve-se ao entrelaçamento de cadeias e à sua atração pelas moléculas de água vizinhas.

XENICAL: remédio para emagrecimento cujo nome químico é Orlistat. O Xenical se junta a uma enzima digestiva fundamental para a absorção das gorduras
que ingerimos. Essa ligação faz com que 30% da enzima (lipase) seja inativada. Ou seja, 30% da gordura que ingerimos será eliminada nas fezes.
O Xenical é indicado para o tratamento de pacientes com excesso de peso, que representa riscos para a saúde. Pacientes com síndrome de má absorção crônica, colestase e em casos de pacientes que apresentam reação adversa à algum dos componentes do remédio. Não é recomendado o uso de Xenical durante a gravidez e fase de lactação.

XENÔNIO (Xe): é um gás incolor e inodoro que pertence ao grupo 18 (gases nobres) da tabela periódica.
O elemento é usado em lâmpadas fluorescentes e em câmaras de ebulição. O xenônio líquido, num estado supercrítico a temperaturas elevadas, é usado como solvente, em espectroscopia com infravermelho, e em reações químicas.

XEREZ: denominação de vinho espanhol criada em 1933, englobando diversos produtos da Andaluzia com graduação alcoólica entre 15 e 23 graus. Dentre os vários vinhos produzidos sob essa denominação, temos: manzanilla e fino, oloroso, pedro ximénez e cream. Secos ou doces, são todos "generosos", isto é, vinhos aos quais foi acrescentado mais álcool do que o produzido por fermentação.

XILENOS [C6H4(CH3)2]: os xilenos ou dimetil-benzenos apresentam-se em três formas isômeras: orto, meta e para-xileno. É um líquido incolor, com odor adocicado, aromático. O xilol, produto comercial, é uma mistura desses isômeros, sendo seu maior constituinte o isômero metaxileno (60%).  São largamente usados como solventes para tintas, vernizes, indústria de tinturas e corantes, preparados farmacêuticos, indústria plástica, produção de ácidos ftálicos, fibras sintéticas, etc. Na indústria do petróleo, são usados como aditivos para combustíveis com alta octanagem e como solventes em análises laboratoriais.

XISTO: (1) Designação dada a um grupo de rochas metamórficas, com xistosidade nítida. Mineralogicamente caracterizado pela ausência ou pela raridade de feldspato. O xisto pode ser proveniente de rocha sedimentar ou magmática. Exemplo: biotitaxisto, coritaxisto. Aplica-se ainda este termo a qualquer rocha metamórfica que revele xistosidade, mesmo insipiente.
(2) Tipo de rocha de composição química variável, de largo uso industrial.

XISTO BETUMINOSO: é uma rocha sedimentar, normalmente argilosa, muito rica em matéria orgânica (querogênio). Quando submetido a temperaturas elevadas, o xisto betuminoso libera um óleo muito parecido com petróleo, água e gás, e deixa um resíduo sólido contendo carbono.

XISTO PIROBETUMINOSO: é um xisto que contém um complexo orgânico de composição indefinida, o querogênio, disseminado em seu meio mineral e que não pode ser extraído pelos solventes comuns, mas que se transforma em betume, quando aquecido a temperaturas relativamente altas.

XIXI NA PÓLVORA: dependendo o tipo de arma de fogo a pólvora precisava ser mais fina ou mais grossa e para isto era comum no século XIV usar uma mistura de álcool e água que se uniam formando um pó que podia ser comprimido e peneirado para dar frações finas, médias e grossas. Frequentemente o líquido usado na manufatura não era água pura, mas urina dos operários das fábricas de pólvora; acreditava-se que a água de um vinho encorpado dava uma pólvora particularmente potente.
A urina de um clérigo, ou melhor ainda, a de um bispo, era também considerada garantia da fabricação de um produto superior.

ZARCÃO: determinação comercial do tetróxido de chumbo (Pb3O4), que é um pó vermelho, insolúvel em água e em ácidos. Este composto forma uma suspensão oleosa denominada “tinta zarcão”, empregada na proteção de superfícies de ferro contra a ferrugem.

ZEÓLITOS: são materiais tecnologicamente importantes e que encontram aplicação em uma série de processos químicos. Sua vasta utilização em petroquímica, na adsorção e na indústria de detergentes, tem impulsionado a pesquisa desses materiais a um ponto nunca antes imaginado pelos pioneiros no campo.

ZERO ABSOLUTO: corresponde à temperatura mínima possível para qualquer matéria. Esta corresponde a -273,15ºC, ou zero Kelvin. Para esta temperatura, o movimento das partículas em todas as substâncias cessa completamente. A temperatura de zero Kelvin nunca pode ser atingida, mas as imediatamente acima podem. Por exemplo, o ar pode ser liquefeito à temperatura de 73K (-200ºC).

ZINCATO (ZnO22-): um cátion que se forma em solução por dissolução de zinco ou de óxido de zinco em bases.

ZINCITA: uma forma mineral de óxido de zinco.

ZINCO (Zn):  um elemento metálico azul-branco que pertence ao grupo 12 da tabela periódica. O metal é usado em galvanização de várias ligas, tais como: latão (Zn+Cu) e bronze (Zn+Sn).

ZIRCÔNIO (Zr): um elemento de transição metálico, verde-branco. É usado em reatores nucleares como absorvente de nêutrons e em determinadas ligas.
O óxido de zircônio é usado como um eletrólito em pilhas a combustível.


ZWITTERION: um íon com carga positiva e negativa, no mesmo grupo de átomos. Os zwitterions podem-se formar a partir de compostos que contém ambos os grupos ácidos e os grupos básicos nas suas moléculas. O exemplo mais comum são os aminoácidos que, em meio ácido, agem como uma base e, em meio básico, agem como um ácido; logo, são compostos anfóteros.

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