quinta-feira, 8 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS Ra => Re

RACÊMICO: ou mistura racêmica é a mistura de quantidades iguais das formas dextrógira e levógira de um composto opticamente ativo. Uma mistura racêmica não apresenta atividade óptica, ou seja, não desvia o plano da luz polarizada nem para a esquerda (levógiro), nem para a direita (dextrógiro).

RADIAÇÃO: é a emissão e propagação de energia, através da matéria ou do espaço, por meio de perturbações eletromagnéticas que apresentam duplo comportamento como onda e como partículas. Neste caso, as partículas são conhecidas como fótons. O termo foi estendido para incluir feixes de partículas com altas velocidades (partículas alfa e beta, nêutrons livres, radiação cósmica etc.).

RADIAÇÃO CÓSMICA: é a radiação proveniente do espaço e que resulta de interações nucleares entre partículas, altamente energéticas emitidas pelo sol e outras estrelas e as moléculas de gás da atmosfera.

RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA: ondas de energia que podem viajar através do espaço e da matéria.
A radiação eletromagnética vem do Sol, estrelas e galáxias, propagando-se através do espaço até nos atingir. Ela também pode ser produzida artificialmente. Consiste em ondas eletromagnéticas com uma larga banda de freqüências e comprimentos de onda. Algumas delas são em ordem crescente de freqüência (ou decrescente de comprimento de onda): ondas de rádio, microondas, raios infravermelhos, raios de luz, e as ondas ou raios podem penetrar nos materiais. A banda completa de freqüências da radiação ele-tromagnética é o espectro eletromagnético.

RADIAÇÃO IONIZANTE: radiação, na forma de partículas ou radiação eletromagnética, que podem causar ionização, direta ou indiretamente. Exemplos de radiação ionizante incluem partículas alfa, beta, raios gama, raios-X e neutrons. À medida que a radiação ionizante atravessa a matéria, são produzidos íons ao longo de sua trajetória. Os íons produzidos neste processo permitem a detecção da radiação.

RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE: radiação que não tem energia suficiente para ionizar um átomo. A radiação não ionizante pode também ser capaz de provocar danos biológicos. Exemplos de radiação não ionizante são ondas de radar, ondas de rádio, microondas e luz visível.

RADIAÇÃO NUCLEAR: é aquela emitida de núcleos atômicos nas várias reações nucleares, incluindo radiações alfa, beta, gama e nêutrons.

RADIAÇÃO SOLAR: o sol emite uma ampla faixa de radiação eletromagnética que inclui o infravermelho, a luz visível e o ultravioleta (UV), que se divide em UVA (com comprimentos de onda variando de 320 a 400 nm), UVB (290 a 320 nm), e UVC (10 a 290 nm). Os únicos comprimentos de onda da radiação UV que alcançam a superfície da Terra estão na faixa que compreende o UVA e UVB. A radiação UVA é cerca de 1.000 vezes menos efetivo que a radiação UVB para provocar eritema (vermelhidão de pele). Porém, sua predominância na energia solar que alcança a superfície da Terra (de 10 a 100 vezes mais que UVB) faz com que a radiação UVA represente um papel muito importante nos efeitos prejudiciais da exposição ao sol.

RADIAÇÃO VISÍVEL: é a faixa de radiação que nos permite enxergar o mundo que nos cerca.
A decomposição da radiação visível nos mostra que ela é constituída por sete cores: violeta, anil, azul, verde, amarelo, alaranjado e vermelho.

RADICAL: são fragmentos de uma molécula contendo pelo menos um elétron que não faz parte de uma ligação química ou de um par de elétrons isolado.

RADICAL ISO: é quando um grupo com três átomos de carbono estiver ligado a uma cadeia principal pelo carbono central.

RADICAIS LIVRES: define-se como toda molécula que tem um elétron ímpar em sua órbita externa. Os radicais livres são altamente instáveis e reativos, reagindo com outras moléculas criam novos componentes com muita rapidez. Efeitos nocivos da poluição, energia de alta radiação, raios UV, raios gama, agentes químicos ou medicamentos quebram a paridade da órbita externa das moléculas, criando os radicais livres. Os radicais livres desencadeiam vários processos patológicos, como envelhecimento precoce, processo sisquêmicos, inflamação, rejeição de órgãos transplantados.

RÁDIO (Ra): um elemento metálico, radioativo que pertence ao grupo 2 (metais alcalinos terrosos) da tabela periódica. É usado como uma fonte radioativa em investigação e, até certo ponto, em radioterapia.

RADIOATIVIDADE: é a capacidade que certos átomos possuem de emitir radiações eletromagnéticas e partículas de seus núcleos instaveis com o objetivo de adquirir estabilidade. A emissão de partículas faz com que o átomo radioativo de determinado elemento químico se transforme num átomo de outro elemento químico diferente.

RADIOGRAFIA: é um exame clínico baseado na produção de Raios X. Estes raios são produzidos por um tubo no qual os elétrons são liberados, acelerados e induzidos a colidirem com uma substância adequada na qual será produzida a radiação X. Este tubo é constituído por um ânodo e um cátodo envoltos por um invólucro de vidro no qual é feito vácuo. O cátodo consiste de um filamento de tungstênio que quando aquecido libera elétrons. Se fizermos o ânodo positivo com respeito ao filamento, esses elétrons serão atraídos ao ânodo e constituirão uma corrente de elétrons ao redor do circuito. Os elétrons adquirem altas velocidades, devido ao fato de não colidirem com moléculas de gás na sua trajetória.
Ao colidirem com o ânodo formado por tungstênio e rênio, metais de alta dureza, raios-X são emitidos. Para as voltagens utilizadas em radiografias diagnósticas, menos de 1% da energia carregada pelos elétrons é convertida em raios X e mais de 99% aparece em forma de calor e deve ser removida do ânodo.  
  
RADIÓLISE: é o uso de radiação de ionização para produzir reações químicas. A radiação usada inclui partículas alfa, elétrons, neutrons, raios X e raios gama de materiais radioativos ou de aceleradores.
A transferência de energia produz íons e espécies excitadas, que sofrem posteriores reações. Uma característica particular da radiólise é a formação de elétrons solvatados de vida curta em água ou em outros solventes polares.

RADIONUCLÍDEO: ou radioisótopo, é um nuclídeo emissor de radiação. Sendo que um nuclídeo, é o nome dado a um núcleo caracterizado por um número atômico (Z) e um número de massa (A).

RADÔNIO (Rn): um elemento gasoso, radio-ativo e incolor que pertence ao grupo 18 (gases nobres) da tabela periódica. É usado em radioterapia.

RAIO ANÓDICO: íons gasosos positivos formados a partir de átomos ou moléculas do gás residual, quando se produz uma descarga elétrica numa ampola de Golsdstein. Também denominados de raios canais.

RAIO ATÔMICO: metade da distância entre dois núcleos de átomos adjacentes do mesmo elemento de um metal. Para elementos que existem como unidades diatômicas, o raio atômico é a metade da distância entre os núcleos de dois átomos, em uma molécula específica.

RAIOS CANAIS: são íons gasosos positivos formados a partir de átomos ou moléculas de um gás, quando se provoca a passagem de corrente elétrica por esse gás. Também chamados raios anódicos.

RAIO CATÓDICO: apresentam carga negativa, são partículas sólidas e se deslocam em linha reta. Segundo Thomsom, os raios catódicos são constituídos por elétrons provenientes do cátodo (pólo negativo), sendo acelerados por uma campo elétrico dos pólos e dos átomos do gás colocado em um tubo (ampola de Crookes).

RAIO CÓSMICO: o termo “raios cósmicos” designa partículas vindas do espaço sideral (dai a palavra “cósmicos”). Estas bombardeiam a atmosfera terrestre numa taxa de cerca de 1000 por metro quadrado por segundo. Os raios cósmicos são compostos por núcleos atômicos ionizados, basicamente 90% prótons (hidrogênio), 9% alfas (núcleo de hélio) e o resto mais pesado, ou então raios gama e neutrinos, sem carga. Esta partícula tem uma energia muito elevada, bem acima das mais energéticas produzidas em aceleradores de partículas na terra. A potencia total que a terra recebe dos raios cósmicos é de cerca de 100MW, um bilionésimo do que recebe do sol e da mesma ordem de grandeza do que recebe das estrelas.

RAIO COVALENTE:  um raio efetivo associado a um átomo num composto covalente. No caso de uma molécula simples diatômica, o raio covalente é metade da distância entre núcleos. Logo no cloro (Cl2) a distância internuclear é de 0,198nm pelo que o raio covalente é tomado como sendo 0,099nm. O raio covalente pode também calcular-se para ligações múltiplas. Por exemplo, no caso do carbono os valores são 0,077nm para ligações simples, 0,0665nm para ligações duplas e 0,0605nm para ligações triplas.

RAIO DE VAN DER WALLS: metade da distância entre dois átomos equivalentes não ligados, em sua distribuição mais estável.

RAIO IÔNICO: o raio de um cátion ou de um ânion, medido em um composto iônico. O cátion sempre terá seu raio menor que o átomo neutro que o originou, pois ao perder elétrons o núcleo atrairá mais os elétrons que restaram, enquanto o ânion terá um raio maior.

RAIOS UV: radiação eletromagnética que se situa no espectro eletromagnético, logo a seguir ao violeta e imediatamente antes dos raios X.

RAIO”X: radiação eletromagnética semelhante aos raios gama, com pequeno comprimento de onda, elevada frequência e extremamente penetrantes.

RANCIFICAÇÃO: quando deixados em contato com o ar, muitos triglicerídeos ficam rançosos, isto é, eles desenvolvem sabor e odor desagradáveis. Duas reações químicas causam esta mudança: hidrólise das ligações éster produzindo ácidos graxos livres, muitos dos quais têm cheiro forte e oxidação das ligações duplas, formando aldeídos e ácidos carboxílicos de cadeia curta, que também têm cheiro forte.


RAPADURA: é obtida moendo cana de açúcar, depois aquecemos o caldo obtido, chamado de garapa. Daí se consegue o melaço, que ao ser cristalizado, origina a rapadura. A rapadura contém vários íons metálicos, entre eles: cálcio,flúor, ferro, magnésio e potássio.

RATICIDAS: são substâncias químicas utilizadas para exterminar ratos e outros tipos de roedores. Apresentam-se basicamente em duas modalidades de formulações: as de ação rápida e as de ação lenta. As de ação rápida, geralmente, são empregadas em dose única. Nesta categoria têm-se substâncias como: arsênio, fluoracetato de sódio e alfa-naftil-tiouréia. Enquanto dentre os de ação lenta tem-se os anticoagulantes. Estes raticidas possuem como princípio ativos substâncias que inibem a formação da protombina em animas de sangue quente. Fato que promove o aparecimento de hemorragias capilares e em órgãos internos. O uso deste tipo de raticida é preterido pelo fato de evitar que os roedores venham a repelir a isca. Considerando os potências de intoxicação dos raticidas aos seres humanos e a outros animais de sangue quente é recomendado que estas substâncias sejam manipuladas em conformidade com as recomendações estipuladas nas embalagens. E ao final dos tratamentos os restos dos raticidas devem ser descartados conforme determinação dos fabricantes. Outro fator importante é que os recipientes utilizados para colocarem as iscas não permitam: (a) que as iscas sejam atingidas por água de chuva, (b) que crianças tenham facilidade de abrir o recipiente, e que outros animais ingerir as iscas.

RAYON: uma fibra têxtil feita a partir de celulose. Há dois tipos, ambos feitos de pasta de madeira. No processo viscose, a pasta é dissolvida em disulfureto de carbono e hidróxido de sódio obtendo-se um líquido castanho expesso contendo xantato de celulose. O líquido é então forçado a atravessar bocais estreitos entrando em contato com um ácido, onde o xantato é decomposto e se produz um filamento de celulose. O produto é rayon viscose. No processo acetato obtém-se acetato de celulose sendo dissolvida num solvente. A solução é forçada a passar através de bocais para o ar, onde o solvente se evapora rapidamente deixando um filamento de rayon acetato.

REAÇÃO BIMOLECULAR: etapa elementar que envolve duas moléculas.

REAÇÃO DE ANÁLISE: denominação dada à reação de decomposição de uma substância. Dependendo do agente causador, estas reações recebem denominações específicas:
eletrólise – o agente causador é a energia elétrica;
pirólise – o agente causador é o fogo (aquecimento).
fotólise – o agente causador é a luz.


REAÇÃO DE CONDENSAÇÃO: reação em que duas moléculas pequenas se combinam para formar uma molécula grande. A água geralmente é um dos produtos desta reação.

REAÇÃO DE DESLOCAMENTO: uma reação química na qual um átomo, íon ou molécula substitui um outro. O zinco desloca cobre de uma solução de íons de cobre II.

REAÇÃO DE DUPLA TROCA: denominação dada à reação entre duas substâncias compostas sem que haja óxido-redução.

REAÇÃO DE NEUTRALIZAÇÃO: é a reação entre quantidades iguais dos íons hidrogênio (H+1) e íons hidróxido (OH-1), produzindo água. Esta teoria foi muito importante, pois além de dar conta de um grande número de fenômenos já conhecidos, estabeleceu as bases científicas da química analítica. Alguns exemplos: aplicação da lei de ação das massas a equilíbrios iônicos e a obtenção da lei da diluição de Ostwald, a equação de Nernst, que relaciona a força eletromotriz das pilhas com a concentração dos íons; o efeito tampão; o primeiro estudo quantitativo de um indicador; o conceito de pH.

REAÇÃO DE OXIDAÇÃO: semi reação que implica na doação de elétrons por uma substância ou elemento.

REAÇÃO EM CADEIA: reação na qual o produto da etapa é o reagente da etapa posterior que, por sua vez produz um reagente para uma outra etapa, e assim por diante.

REAÇÃO FOTOQUÍMICA: reação química induzida por luz.

REAÇÃO QUÍMICA: uma reação química ocorre quando certas substâncias se transformam em outras. Para que isso possa acontecer, a ligação entre átomos e moléculas devem ser rompidas e devem ser restabelecidas de outra maneira. Como estas ligações podem ser muito fortes, energia, geralmente na forma de calor, é necessária para iniciar a reação. As novas substâncias possuem propriedades diferentes das substâncias originais (reagentes). Como a ocorrência de uma reação química é indicada pelo aparecimento de novas substâncias (ou pelo menos uma) diferentes das que existiam antes, quando as substâncias reagem, às vezes ocorrem fatos bastante visíveis que confirmam a ocorrência da reação e dentre eles, podemos destacar: desprendimento de gás e luz, mudança de coloração e cheiro, formação de precipitados, etc... As reações químicas não ocorrem somente nos laboratórios, mas, em toda a parte e a todo momento. Oxidação e redução são exemplos destes tipos de reações que ocorrem em nosso cotidiano.



REAÇÃO DE PRIMEIRA ORDEM: reação cuja velocidade depende da concentração de um reagente, elevada na primeira potência, ou seja, são diretamente proporcionais.

REAÇÃO DE REDUÇÃO: semi-reação que implica recebimento de elétrons por uma substância ou elemento.

REAÇÃO DE SEGUNDA ORDEM: reação cuja velocidade depende da concentração de um reagente elevada na segunda potência ou das concentrações de dois reagentes diferentes, cada uma elevada na primeira potência.

REAÇÃO DE SEMICELAS: reação de oxidação e redução que ocorre nos eletrodos de um sistema que envolve energia elétrica.

REAÇÃO DE SIMPLES TROCA: ou deslocamento é quando um átomo ou íon de um composto troca pelo átomo de outro elemento.

REAÇÃO DE SÍNTESE: reação de formação uma substância. Quando a substância é formada a partir de seus elementos, tem-se a síntese total; quando formada a partir de outras substâncias, tem-se a síntese parcial.
Total:  2H2  +  O2 => 2H2O
Parcial: CaO  +  CO2 => CaCO3   

REAÇÃO ENDOTÉRMICA: reação química que absorve calor, sendo, portanto, a energia final dos produtos maior que a energia inicial dos reagentes. Desta forma a variação de energia é positiva.

REAÇÃO EXOTÉRMICA: reação química que libera calor, sendo, portanto, a energia final dos produtos menor que a energia inicial dos reagentes. Disso se conclui que a variação de energia é negativa.

REAÇÃO NUCLEAR EM CADEIA: sequência de reações de fissão nuclear espontânea.

REAÇÃO REDOX: sabe-se que oxidação e redução ocorrem juntas na mesma reação química. Esse fenômeno recebe o nome de reação redox (ou de oxirredução). Algumas dessas reações são muito úteis para a indústria. O ferro, por exemplo, é extraido pela combinação do minério de ferro com o monóxido de carbono, num alto forno. Nessa reação, o minério perde oxigênio para formar o ferro e o CO recebe oxigênio para formar o CO2. A ferrugem é um dos resultados de uma reação redox, na qual o ferro se oxida e forma o óxido de ferro (ferrugem), e o oxigênio do ar é reduzido.

REAÇÃO REVERSÍVEL: reação que pode ocorrer no sentido direto e inverso, ou seja, nos dois sentidos.

REAÇÃO TERMONUCLEAR: reações de fusão nuclear que ocorrem em temperaturas muito elevadas.

REAÇÃO UNIMOLECULAR: etapa elementar de uma reação em que participa apenas uma molécula reagente.

REAGENTE: em sentido estrito, produto químico de alto grau de pureza próprio para operações analíticas. Em sentido lato, qualquer produto químico que participe de uma reação química.

REAGENTE ELETRÓFILO: (philo = amigo; elétron = carga negativa) irá sempre atacar a parte negativa de uma molécula. São ácidos de Lewis; podem aceitar um par de elétrons.

REAGENTE EM EXCESSO: as quantidades de substâncias que reagem e que são produzidas em uma reação química são sempre proporcionais aos coeficientes da equação balanceada da reação. Se colocarmos uma quantidade de substância para reagir que esteja fora da proporção indicada pelos coeficientes da reação, irá ocorrer o seguinte: uma parte, que está de acordo com a proporção, reage efetivamente; a outra parte que está a mais não reage e é considerada em excesso.

REAGENTE LIMITANTE: é o reagente que se encontra em quantidade menor em uma reação e quando for todo consumido a reação para, logo é limitada por sua quantidade.

REAGENTE NUCLEÓFILO: (philo = amigo; núcleo = carga positiva) atacam sempre a parte positiva de uma molécula. São bases de Lewis e podem oferecer um par de elétrons.

REATIVIDADE: reatividade química de um elemento é a propriedade que ele tem de reagir quimicamente. Relaciona-se com o caráter metálico ou não metálico do elemento e é consequência da ação conjunta de uma série de propriedades. Ex: o ferro oxida mais facilmente que o ouro, logo é considerado mais reativo que o ouro.

REATIVIDADE DOS METAIS: para um metal poder reagir deve absorver energia para seus átomos serem isolados, por sublimação, da estrutura cristalina e a seguir serem ionizados. Uma elevação da energia de sublimação e uma alta energia de ionização diminuem a reatividade, embora possa haver compensação parcial com a energia liberada quando os íons se hidratam. Comparando o cobre com o potássio, verifica-se que o cobre possui um ponto de fusão mais elevado e portanto uma maior energia de sublimação. Por causa da carga nuclear maior do cobre, os elétrons são mais firmemente retidos e portanto a energia de ionização será maior.

A energia liberada na hidratação não é suficiente para compensar esses valores elevados de energia e assim o potássio é mais reativo que o cobre. 

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