quinta-feira, 8 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS Pa => Pe

PÃO: para fazer pão, basta-nos água, farinha, duas mãos para amassar e um forno para cozinhar. Três operações dão conta do recado: um amassamento, uma fermentação e um cozimento. Nada mais simples, nada mais antigo que os gestos do pão: quase não mudaram desde que eram praticados, no Egito, há três mil anos. O amassamento consiste em unir na massa a água, o fermento e a farinha, com um pouco de sal que melhora o gosto final. O fermento serve, durante a panificação, para tornar a massa leve, criando alvéolos (espaços vazios) nela; ele também confere sabores e cores ao pão. O cozimento para que o ar introduzido pelos amassamentos e o dióxido de carbono liberado pelo fermento se dilate; simultaneamente, a água e o álcool evaporam, a atividade do fermento aumenta. Em temperaturas superiores a 60oC, o fermento cessa toda atividade em temperaturas superiores a 90oC, a crosta começa a se formar. Em seguida, à temperatura de 100oC, o vapor se distribui no pão; o amido se gelifica em gomas, passa de um estado semi-cristalino a um estado amorfo e o miolo se forma. As proteínas do glúten são desnaturadas pelo calor, coagulam após terem perdido sua água de hidratação e formam o esqueleto rígido do miolo. A água que se evapora só abandona a massa pela superfície: esta seca e endurece; a crosta se forma.  

PÃO DURO: o endurecimento não é um ressecamento. A concentração em água é constante no pão, mas as moléculas de amido, que estavam distribuídas desigualmente, ligadas às moléculas de água, cristalizam liberando uma parte da água, o miolo torna-se mais rígido. Tudo se explica se não esquecermos que o pão é obtido por cozimento de uma goma de amido, isto é, de farinha sobra e água. Se o pão não for bastante cozido, muita água não utilizada. Esta água estabelece ligações suplementares entre as fibras de celulose, o pão endurece. Esquente-o, você romperá estas pontes de hidrogênio, e o pão voltará a ficar crocante. No ar, o pão absorve umidade e endurece por formação de novas pontes de hidrogênio. Colocá-lo no congelador, se estiver mal cozido, impede as moléculas de água de “passear” e criar novas pontes. Cobri-lo, isola-o da umidade do ar e impede as moléculas de água de penetrar no pão para criar pontes inúteis. Num pão bem cozido, há todas as pontes de hidrogênio necessárias para garantir consistência e friabilidade. Este pão permanece fresco mais tempo, principalmente se for guardado numa caixa fechada.

PÃO COM BROMATO: o “pãozinho francês” é o pão mais consumido pelos brasileiros. Sua receita é muito simples. Para a sua fabricação, são necessários farinha de trigo, fermento biológico, água e um pouco de sal. Sabe-se que a adição de bromato de potássio (KBrO3) proporciona um aumento do volume do produto final. Nesse caso, pode-se considerar, simplificadamente, que o bromato de potássio se decompõe por aquecimento em brometo de potássio e gás oxigênio.
Reação:  KBrO3(s) + calor => KBr(s) + O2(g)

PADRÕES DE POTABILIDADE: para se certificar que a água não apresenta nenhum risco à saúde humana, os resultados das análises da água fornecida são comparados com padrões estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde e pelos órgãos de saúde de cada país. No Brasil, os Padrões de Potabilidade são definidos pelo Ministério da Saúde.
A norma atual, em vigor desde 1991, é a PORTARIA 36/GM. Esses padrões, de um modo geral, são valores máximos permitidos (VMP) de concentração para uma série de substâncias e componentes presentes na água. Assim, por exemplo, a concentração máxima, ou VMP, para o Alumínio em águas destinadas ao consumo humano é de 0,2 miligramas de Alumínio para cada litro de água.

PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES: apesar de estarem disponíveis reagentes p.a. ( para análise) em qualquer laboratório, mesmos estes possuem impurezas, usualmente expressas nos rótulos e impurezas  outras que o fabricante pode considerar “ignoráveis”. Ocorre também de várias substâncias serem deliqüescentes (perderem água), deste modo, erros ocorrerão na medida da massa e conseqüentemente, na concentração da solução final. Por estes motivos, alíquotas das soluções são testadas com soluções de substâncias com características padronizadas.

PADRÕES PRIMÁRIOS: devem ser de fácil obtenção no mercado a preço razoável. Fácil de purificar, secar (110oC  a 120oC ), sem água na composição (de hidratação, de cristalização). Inalterável ao ar, o que implica em uma substância não higroscópica, não oxidável, estável ante o CO2 atmosférico. Estas características são especialmente importantes quando da pesagem e do armazenamento. Deverá ter uma massa equivalente elevada, pois deste modo, erros referentes à manipulação e à aparelhagem serão minimizados (lembre que muitas vezes trabalha-se com precisão de 10 a 104g)  Deve ser o mais solúvel possível em condições ambiente; um dos grandes empecilhos ao uso de aquecimento são as vidrarias volumétricas. A reação entre o padrão e a substância em teste deve ser a mais rápida possível, ocorrer à temperatura ambiente e ter estequiometria definida.

PADRÕES DE EMISSÃO: o padrão de emissão é a maior quantidade de um determinado poluente que pode ser legalmente lançado no ar de uma única fonte.
No Brasil, os padrões de emissão são estabelecidos pelo Iba.

PALÁDIO (Pd): um elemento de transição, branco, macio e dúctil. É usado em joalherias e como catalisador em reações de hidrogenação ou catalisadores de automóveis. O paládio consegue absorver um volume de hidrogênio 900 vezes maior que o seu próprio volume.

PALHA DE AÇO: ou esponja de lã de aço, tem como composição o aço carbono, é um produto abrasivo. Evitar o uso em superfície polidas, pintadas, antiaderentes e materiais de baixa dureza. Não utilizar em locais por onde passe corrente elétrica. Manter o produto em sua embalagem original e proteger da umidade. Pode ser usada na limpeza de louças, talheres, vidros, panelas e objetos de alumínio, com ou sem auxílio de um detergente ou sabão.

PANELA DE PRESSÃO: em 1679, o físico francês Denis Papin desenvolveu a panela de pressão, uma vasilha com uma tampa bem ajustada, na qual a água fervia e o vapor acumulado criava uma pressão interna que elevava o ponto de fervura da água. Nessa temperatura mais elevada, os ossos ficavam mais macios e a carne cozinhava mais rapidamene que da maneira normal.

PAPAÍNA: uma das proteínas presentes no suco de mamão fresco. Reage com as proteínas decompondo-as.

PAPEL: é caracterizado por uma superfície para a escrita, fina, macia, que era feita com fibras chamadas papiro, daí o nome papel, muito rara.  Foi substituída por cascas de árvores, do cânhamo, de restos de madeira mesmo de baixa qualidade. Como a celulose é uma fibra muito comum, substítuiu as outras na fabricação do papel.

PAPEL DE AMIDO: na fabricação do papel tradicional, os produtores normalmente utilizam o talco (silicato de magnésio) para aglutinar as fibras de celulose. Essa técnica também é usada para garantir uma série de propriedades exigidas pelos consumidores. Na Finlândia, grupos de pesquisa das universidades de Helsinki e Joensuu e do Centro Nacional de Pesquisas Técnicas criaram uma alternativa ao uso do mineral na produção das fo-lhas de papel. Eles desenvolveram uma substância a partir do amido da batata que afirmam se comporta até melhor do que o talco. Uma das qualidades anunciadas pelos finlandeses está no peso do novo produto. Os testes mostraram que, com o amido, uma folha chega a ter até 30% menos de massa. Isso, de início, diminuiria o custo da distribuição do papel da fábrica para os revendedores e pontos de
venda. A falta de mineral nas folhas também faz com que as cores, durante a impressão, rendam mais, segundo os cientistas.

PAPEL DE FILTRO: utilizados em procedimentos básicos e em análises técnicas, de separação de corpos insolúveis/pouco solúveis de meios líquidos diversos; são divididos, de acordo com sua porosidade, em qualitativos e quantitativos

PAPEL INDICADOR: é um tipo de papel com grande capacidade de absorção de água e impregnado de uma substância que muda de cor, chamada de indicador, dependendo do caráter ácido ou básico.

PAPEL VEGETAL: as fibras de celulose são batidas na água por um período longo para formar um tipo de gelatina que uma vez tingido, peneirado e secado, dá um papel vegetal transparente de cor brilhante e autêntico.
A transparência natural do papel vegetal e obtido simplesmente batendo a celulose, sem  tratamento químico, tornando o Cromático 100% reciclável.

PAR CONJUGADO ÁCIDO-BASE: um ácido e sua base conjugada ou uma base e um ácido conjugado, segundo a teoria de Bronsted-Lowry.

PAPIRO(Cyperus papyrus; Cyperaceae): é uma planta aquática da mesma família da tiririca (Cyperus rotundus), que é a planta daninha mais difundida do mundo, segundo o Guiness Book. Ela é considerada sagrada e fartamente encontrada no delta do Nilo. Era utilizada principalmente na produ-ção de papel no Egito antigo.
O talo do papiro pode atingir até 6 metros de comprimento. A flor da planta, composta de finas hastes verdes, lembra os raios do sol e é exatamente por ter esta analogia com o sol, divindade máxima desse povo, que o papiro era considerado sagrado. O miolo do talo era transformado em papiros e a casca depois de seca, utilizada na confecção de cestos, camas e até barcos.

PAPIRO: foi por volta de 2200 anos antes de Cristo que os egípcios desenvolveram a técnica do papiro, um dos mais velhos antepassados do papel. Para confeccionar o papiro, corta-se o miolo esbranquiçado e poroso do talo da planta papiro em finas lâminas. Depois de secas, estas lâminas são mergulhadas em água com vinagre para ali permanecerem por seis dias, com propósito de eliminar o açúcar. Após secar, as lâminas são ajeitadas em fileiras horizontais e verticais, sobrepostas umas às outras. A seqüência do processo exige que as lâminas sejam colocadas entre dois pedaços de tecido de algodão, por cima e por baixo, sendo en-tão mantidas prensadas por seis dias. E é com o peso da prensa que as finas lâminas se misturam homogeneamente para formar o papel amarelado, pronto para ser usado. O papel pronto era, então, enrolado a uma vareta de madeira ou marfim para criar o rolo que seria usado na escrita.

PAR IÔNICO: espécie constituída por pelo menos um cátion e um ânion que se mantém unidos por forças eletrostáticas.

PARA: prefixo que designa um composto de benzeno no qual dois substituintes estão nas posições 1 e 4 , ou seja diretamente opostos um em relação ao outro.

PARABENOS: metil-etil-propil e butilparabenos são ésteres neutros do ácido p-hidroxibenzóico que, em baixas concentrações (0,016 a 0,4%), inibem o desenvolvimento de bactérias e fungos, podendo ser utilizados em qualquer faixa de pH. São inodoros, atóxicos, sem sabor e não irritantes. Especialmente indicados para a preservação de produtos cosméticos, farmacêuticos e alimentícios, tais como xampus, condicionadores, cremes dentais, loções, pomadas, lenços umedecidos (Wypes) e adoçantes líquidos.
Os parabenos proporcionam excelente efeito sinérgico com outros conservantes.

PARA-DODECILBENZENO SULFONATO DE SÓDIO( C12H25SO4Na ): possui uma cadeia lateral ao anel benzênico linear, sem ramificações. Esta disposição dos carbonos forma detergentes biodegradáveis, pois podem ser digeridas por bactérias sob condições aeróbidas, possuindo poder de detergência tão bom quanto o de seus isômeros ramificados.

PARAFINA: são alcanos de baixa reatividade, pois suas ligações são muito fortes, deixando estes compostos muito estáveis. Esse nome é dado aos alcanos e significa pouca afinidade(do latim: parum affinis). É um dos produtos obtidos pela destilação fracionada de petróleo e xisto betuminoso. É uma matéria sólida, incolor, inodora e insípida, constituída principalmente de hidrocarbonetos saturados. É bastante dúctil e tem grande estabilidade química. Má condutora de eletricidade e calor é inflamável acima de 177°C. É insolúvel em água e tem propriedade hidro-repelente. Solúvel no éter, benzeno e sulfeto de carbono. Existem diversos tipos de parafina disponíveis no comércio, cujos pontos de fusão variam de 38°C a mais de 57°C. Presente até na goma de mascar, a parafina é usada em diversos tipos de produtos. Vendida através de empresas distribuidoras na forma de tabletes ou à granel, seu principal mercado consumidor é o de velas, mas entre outros, encontra-se o de ceras polidoras, fósforos, filmes fotográficos, industrialização de papéis, arroz parbolizado, pneus e borrachas e até no agrícola para proteção de frutas e sementes.

PARAFORMOL(HO(CH2O)nCH2OH): o formol, mais precisamente o formaldeído ou metanal, em presença de traços de água, polimeriza-se, formando o paraformol ou paraformaldeído, um polímero linear, muito resistente e de alta temperatura de fusão, conhecido como Deldrin. Quando o paraformaldeído é aquecido na presença de ácido diluído, ele é convertido no trímero cíclico denominado trioxano, uma cadeia cíclica com três átomos de oxigênio ligados intercaladamente com três átomos de carbonos. A polimerização é evita na presença de metanol.

PARAMAGNÉTICO: que é atraído por um imã. Uma substância paramagnética contem um ou mais elétrons desemparelhados.

PARA-RAIO: o raio atinge atinge o solo no ponto que está mais próximo à nuvem, isto é, pontos elevados, torres, antenas de TV. Também atinge com preferência condutores de eletricidade como metais, água e objetos molhados. Um dos alvos preferidos do raio é a fiação aérea da rede elétrica. Para evitar acidentes colocam-se peças metálicas em locais muito elevados, estando estas peças diretamente ligadas ao solo. A idéia é que com isso o raio deva atingir este pára-raio e não objetos e pessoas ao seu redor. A existência de pára-raio também ajuda a descarregar a nuvem sem que ocorra a faísca Existe orientação técnica especializada sobre como instalar um pára raio.

PAR DE ELÉTRONS LIVRES: elétrons de valência que não estão participando na formação das ligações química.

PARTES POR MILHÃO: são muito úteis em medidas ambientais, onde concentrações extremamente pequenas de poluentes podem ser significativas. Uma parte por milhão (1 ppm) significa, por exemplo, um miligrama
(1 mg) de uma substância misturada em um quilograma
(1 kg) de outra substância.

PARTÍCULA: nome genérico de um sistema a que se podem atribuir as propriedades de um corpo de dimensões diminutas e massa significativa.
Exemplos: elétrons, prótons, nêutrons, átomos, moléculas, íons, etc.

PARTÍCULAS ALFA: partícula de dois prótons e dois nêutrons, emitida por um elemento radioativo. Uma partícula alfa pode ser emitida quando o núcleo de um átomo radioativo decai. Ela consiste de dois prótons e dois nêutrons, idêntica ao núcleo de um átomo de hélio. Como o núcleo original perde dois prótons, seu número diminui duas unidades. Raios alfa são feixes de partículas alfa. 

PARTÍCULAS BETA: elétron ou pósitron, emitido por um elemento radioativo. Quando um átomo decai, um nêutron em seu núcleo pode transformar-se em um próton e emitir um elétron. Isso aumenta uma unidade no número atômico. Um próton pode também transformar-se em nêutron e emitir um elétron positivo, ou positron. Raios beta são feixes de partículas beta.

PARTÍCULAS GAMA: raio de alta energia, emitido por um elemento radioativo.  Raios gama é uma forma de radiação eletromagnética. São semelhantes aos raios X, mas possuem um comprimento de onda menor. Isso significa que são capazes de penetrar a maioria dos materiais. Os raios gama podem acompanhar a emissão de partículas alfa ou beta e em geral não são emitidos sozinhos.

PARTÍCULAS SUBATÔMICAS: são partículas encontradas no interior do átomo. As principais são elétrons na eletrosfera, prótons e nêutrons no núcleo.

PASCAL: uma pressão de um Newton por metro quadrado (1N/m2).

PASSIVO: descrição de um sólido que reagiu com outra substância formando-se uma camada de proteção, de forma a impedir reações posteriores. Diz-se que o sólido foi “tornado passivo”. Por exemplo, o alumínio reage espontaneamente com o oxigênio no ar, formando-se uma fina camada de óxido de alumínio, que impede a oxidação de prosseguir. Da mesma forma, ferro puro forma uma camada de óxido protetora com ácido nítrico concentrado e não dissolve mais.
 
PASTEURIZAÇÃO: tratamento recomendado para eliminar agentes patológicos e, ou, reduzir a população de microrganismos presentes nos alimentos tipo sucos de frutas e leite. Normalmente, é empregado para produtos que possuem características organolépticas e nutricionais altamente susceptíveis a altas temperaturas.
Este tratamento deve ser associado ao emprego de outros métodos como refrigeração, adicionamento de açúcar e, ou, aditivos e o uso de embalagens herméticas.

PAU BRASIL: que se extraía um pigmento capaz de tingir tecidos com cores fortes, como vermelho, rosa ou marrom.

PECTINA: polímero natural presente na parede das células vegetais. Forma o gel das compotas.

PECTIZAÇÃO: é a passagem do estado sol para o estado gel, onde as partículas dispersas se aglutinam. Também chamada coagulação ou precipitação.

PEDRAS NOS RINS: ou cálculo renal é formado quando a urina fica saturada de sais pouco solúveis, eles se cristalizam formando uma “poeira”, que, ao longo de dois ou três anos, se aglomera, formando o cálculo renal. Eles são formados geralmente por urato, oxalato e fosfato de cálcio.

PEDRA-POMES: uma rocha vulcânica porosa que é leve e cheia de cavidades devido à expansão de gases que foram libertados da solução na lava enquanto solidificava. A pedra-pomes é com frequência suficientemente leve para flutuar na água. É geralmente de composição ácida (silicosa) e é usada como abrasivo e no polimento.

PEDRA SABÃO: ou “saponita” tem composição muito variável; é  um silicato de magnésio e alumínio hidratado, semelhante à esteatita ou à agalmatolita, usado como pedra detalhe em estatuária na confecção de utensílios domésticos torneados, e seu pó,  como inerte para veículo de inseticidas.

PEDRA SINTÉTICA: produto artificial cristalino que apresenta a mesma composição química e a mesma estrutura do que um material gemológico natural existente, tendo, em primeira análise, as mesmas propriedades físicas e químicas que o seu parente natural.

PEDRA UME [KAl(SO4)2]: denominação dada atualmente é alumem comum um sulfato duplo em que aparece um cátion monovalente e um trivalente e, assim sendo, o sulfato duplo de potássio e alumí-nio. Esse alúmem comum ou Pedra Ume pode ser usado na coagulação do sangue de pequenos cor-tes e na fabricação de corantes.

PEIDO: o famoso ‘PUM” é formado quando as bactérias que ajudam na sua digestão criam gases que têm de sair de seu corpo. O mau cheiro provém das comidas que contêm produtos químicos, como enxofre, no caso de ovos, cebolas, feijão ou repolho. Há músculos em formato de anel em seu sistema digestivo. Eles se abrem e se fecham sem você saber disso. Esses músculos são chamados esfíncteres. Se esses músculos estão contraídos, o ar fará barulho ao passar por eles.
Porém, se estiverem relaxados, a saída do ar (pum) será silenciosa.

PELE: é estruturada em três camadas distintas: epiderme, derme e hipoderme. A epiderme fica em contato direto com o mundo externo. A derme mantém contato com o organismo. A hipoderme estoca gorduras como potencial fonte de energia, protege a estrutura interna do organismo amortizando qualquer pancada, além de ser um fator de regulação termoidráulica.

PELOTIZAÇÃO: é uma espécie de “colagem” entre partículas. Nas partículas mais finas são adicionados água e aglutinante que se “misturam” em um disco pelotizador. A inclinação e a velocidade de rotação do disco definirão o tamanho das pelotas formadas. Após a formação das pelotas faz-se um tratamento térmico para aumentar a resistência ao desgaste físico das mesmas.

PENEIRA MOLECULAR: são sólidos naturais ou sintéticos, com porosidade definida e com capacidade de distinção de moléculas por suas dimensões e geometrias, chamados de “zeólitos”, das palavras gregas: zeo (ferver) e lithos (pedra), porque eles liberavam vapor d’água quando suavemente aquecidos. Exemplo: pedra-pomes. Podem ser usados para separação e purificação do ar, craqueamento de hidrocarbonetos, limpeza de rios contaminados com herbicidas e pesticidas, em detergentes em pó, para retirar íons cálcio e magnésio da água.

PENICILINA: foi o primeiro antibiótico a ser descoberto por sir Alexandre Fleming e posteriormente isolado por Howard W. Florey, de várias espécies de fungos, pertencentes ao gênero Penicillium, principalmente P. notatum e P. chrysogenum. Assinalou o princípio de uma nova era na terapêutica, atraindo imediatamennte a atenção, por sua eficiência e inocuidade.

PENTAHIDRATADO: um composto cristalino hidratado contendo cinco moléculas de água por molécula do composto. Ex: CuSO4. 5H2O

PENTOSE: um açúcar que tem cinco átomos de carbono por molécula.

PEPINO: atua contra os cálculos renais e da vesícula, a gota, o reumatismo, a prisão de ventre. Assim como a melancia, também purifica o sangue. Além disso, estimula o apetite. Seu suco tem ação purificadora da pele, dá força aos cabelos e unhas. Cada 100gramas contém 14,70quilocalorias, 2,70gramas de glicídios, 0,70gramas de proteína e 0,10gramas de lipídio.

PEPSI COLA: refrigerante gaseificado de extratos vegetais. Ingredientes: Água, Açúcar, Dióxido de carbono, Corante (E150 d), Acidificante (ácido ortofosfórico), Cafeína, Aromatizantes. Sua história começa com Caleb, um jovem farmacêutico de New Bern, Carolina do Norte, fazia experiências com diferentes ingredientes criando refrescos para os seus amigos experimentarem na sua farmácia. Uma das experiências de Caleb, uma combinação de água, açúcar, baunilha, óleos raros e cola de noz passa a ser chamada de Pepsi Cola a 28 de Agosto de 1898.
A marca foi registrada pelo U.S. Patent Office em 1903, ano em que apareceu o primeiro anúncio da Pepsi num jornal local da Carolina do Norte. Em 1948 a Pepsi é comercializada em latas pela primeira vez.

PEPSI-COLA LIGHT: refrigerante gaseificado de extratos vegetais. Contém edulcorantes, como adoçante. Ingredientes: Água, Dióxido de carbono, Corante (E150 d), Acidificantes (ácido ortofosfórico, ácido cítrico), Edulcorantes (aspartame, acessulfame K ), Conservante (Benzoato de sódio), Cafeína, Aromatizantes. Contém uma fonte de fenil-alanina. Contém cafeína. Informação nutricional por 100ml: energia 1kJ (0,25 kcal), proteínas 0,04g, glícidos 0,02g (dos quais açúcares 0g), lipídios 0,0g, fibras alimentares 0,0g, sódio vestígios.

PEPTÍDEO: uma molécula formada por uma reação de condensação entre aminoácidos, freqüentemente descritas em termos do número de unidades, por exemplo, dipeptídeo, oligopeptídeo, polipeptídeo.

PEPTIZAÇÃO: é a passagem do estado gel para o estado sol, onde as partículas se dispersam mais.

PER: prefixo indicando que um composto químico contém excesso de um elemento.
Exemplo: H2O2, peróxido de hidrogênio.

PÊRA DE SEGURANÇA: usada para pipetar soluções corrosivas ou muito voláteis.

PERCOLAÇÃO: historicamente, o conceito de percolação surge do estudo do fenômeno de transporte de um fluido através de um meio poroso. Por exemplo, o petróleo através de uma rocha, ou a água em um filtro de areia.

PERFUME: é uma solução que contêm substâncias aromáticas com um cheiro agradável e penetrante.
O principal constituinte de um perfume é a essência (óleo essencial). As essências podem ser de origem natural ou sintética. As de origem natural são geralmente extraídas de plantas, flores, raízes ou animais, enquanto as sintéticas tentam reproduzir no laboratório os aromas naturais. A extração de uma essência natural é realizada por prensagem, maceração, extração com solventes voláteis e destilação por arraste de vapor.     
                                
PERÍODO: linhas horizontais da tabela periódica, que representam o número total de camadas do elemento.

PERMANENTE EM CABELOS: o princípio do permanente está relacionado com a estrutura química do cabelo. Durante o processo, ligações intermoleculares e intramoleculares são quebradas e formadas, através do envolvimento de ligações de hidrogênio, pontes de sais, ligações dissulfeto e interações hidrofóbicas e de Van der Waals entre os aminoácidos.

PERMANGANATO DE POTÁSSIO (KMnO4): um composto que forma cristais de cor púrpura com um brilho metálico, solúvel em água, acetona e metanol.
O permanganato de potássio é largamente usado como um agente oxidante poderoso e como desinfetante numa variedade de aplicações e como reagente analítico.

PÉROLA: a pérola é um exemplo de gel, ou seja, uma dispersão coloidal de água(disperso) em carbonato de cálcio(dispersante). Ela é produzida por moluscos bivalves, isto é, moluscos com uma concha de dois pedaços articulados, conhecidas também por ostras perlíferas. Existem espécies marinhas e de água doce.
A pérola é produzida quando algum elemento estranho penetra entre o corpo do molusco e a camada nacarada da concha. Para defender-se, o molusco produz várias camadas de nácar ao redor do corpo estranho, formando a pérola. Usada como gema preciosa.

PÉROLAS DE EBULIÇÃO: são bolinhas de vidro adicionadas a uma solução que entrará em ebulição e sua finalidade é evitar a ebulição brusca da solução saltando líquido para fora do recipiente que a contém.

PERÓXIDOS (– O – O –): fazem parte de uma classe de compostos químicos extremamente instável. São substâncias explosivas, daí o cuidado no seu manuseio, procurando-se evitar choques, atritos e outra fonte de ignição. Alguns peróxidos são mais sensíveis ao choque do que alguns explosivos primários como o trinitrotolueno (TNT). Os peróxidos têm uma meia-vida específica ou um grau de decomposição que varia com as condições de estocagem. Em geral, os peróxidos são irritantes ao aparelho respiratório, pele e olhos. Todos os peróxidos devem ser armazenados em uma área fresca e ventilada, isolada de materiais orgânicos. Os frascos devem ser devidamente identificados. 

PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO (H2O2): é um líquido viscoso, instável, incolor ou azul pálido, densidade igual a 1,44 , maior que a da água. Tal como na água, existem consideráveis ligações de hidrogênio neste composto líquido.

PESO: força que exerce a gravidade sobre os objetos.

PESO ESPECÍFICO: é a relação entre o peso de uma substância e o de um volume igual de água destilada, a uma temperatura de 4ºC. É o peso de uma substância por unidade de volume, densidade. Comercialmente, é usado para diferenciar os diversos tipos de combustíveis e permite calcular ainda o volume, peso e consequentemente, a tonalidade térmica que é expressa em quilocalorias por litro de mistura.

PÊSSEGO: fonte de ferro e vitamina A, combate a tuberculose, diabete, gota, hipertensão e anemia. Rico em fibras, ajuda na formação do sangue, auxilia a digestão, protege a pele e ajuda no bom funcionamento do intestino. Cada 100gramas contém 51,5quilocalorias, 11,72gramas de glicídio, 0,85 gramas de proteína e 0,14 gramas de lipídio.

PESTICIDA: substância inseticida usada na agricultura para proteger as plantas do ataque de parasitas.

PET: é um tipo de plástico de nome: polietileno tereftalato, amplamente usado para fabricar garrafas de bebidas e outros frascos, fibras têxteis, filmes para transparências e embalagens e peças de engenharia.

PETA: símbolo P. Um prefixo usado no sistema métrico para exprimir mil milhões de milhão de vezes.
Exemplo: 1015 metros = 1petametro = 1Pm.

PETROLATUM: é como a vaselina pode ser designada e significa “petróleo branco”, sendo uma substância derivada do petróleo.

PETRÓLEO: o primeiro poço de petróleo foi perfurado por Edwin Drake em 27/08/1859 e tinha 21 metros de profundidade. O nome petróleo é de origem latina e vem da combinação das palavras Petra = pedra e Oleum = óleo. Do petróleo, retira-se uma grande variedade de produtos, onde os principais são hidrocarbonetos. Em média os percentuais de derivados obtidos com um metro cúbico de petróleo são:
39% - Gasolina
31% - Óleo Diesel
8% - Gases leves e pesados
5% - Óleos combustíveis
17% - Óleos lubrificantes                    
                     
PETRÓLEO BRUTO: petróleo bruto é o termo para o óleo não processado. Ele também é conhecido apenas como petróleo. O petróleo bruto é um combustível fóssil formado principalmente por hidrocarbonetos, o que significa que ele é formado pelo processo de decomposição de matéria orgânica, restos vegetais, algas, alguns tipos de plâncton e restos de animais marinhos – ocorrido durante centenas de milhões de anos na história geológica da Terra. Os tipos de petróleo bruto podem apresentar cores diferentes, de claros a negro, assim como viscosidades diferentes, que podem ser semelhantes à água ou quase sólidas.

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