quinta-feira, 8 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS Oa => Op

OBESIDADE: quantidade anormal e excessiva de gordura física. A maioria das pessoas obesas tem seu peso significativamente acima do normal. Entretanto, a obesidade também ocorre em pessoas que não estão acima do peso, mas que têm mais gordura do que músculos. A obesidade é considerada uma doença crônica. Está em alta e é um fator de risco para as pessoas com diabetes tipo 2.

OBJETO: denominação dada ao corpo que, devido a sua forma, se presta a uma determinada função ou uso.
Ex: cadeira, faca.

OCTANAGEM: esta relacionada com o rendimento de um motor a combustão. Convencionou-se atribuir índice de octanas zero ao n-heptano, que é uma substância pura pouco resistente à compressão e indice 100 ao isoctano. Assim, um combustível que apresente índice de octanas igual a 91 queima como se fosse constituído por uma mistura de 9% de n-heptano e 91% de isoctanos (2,2,4-trimetil pentano).

ODOR NATURAL: a butanodiona: fórmula, C4H6O2, é uma cetona líquida amarela e volátil com cheiro de queijo. É na verdade, a molécula que dá à manteiga o seu sabor característico. O leite de ovelha e o de cabra são mais ricos em triglicerídeos de cadeia curta do que o leite de vaca, e o queijo feito com eles (tal como o Roquefort) é mais rico em moléculas de butanodiona dando um odor mais acentuado. Você pode sentir o cheiro de butanodiona cheirando as suas axilas ou os pés ainda não lavados de alguém, pois ela contribui para o cheiro da transpiração fermentada. O suor fresco é quase inodoro, mas a ação da bactéria Streptococcus albus, presente na pele, aumenta sua acidez e torna-o um banquete convidativo para outras bactérias, estas, por sua vez, excretam compostos com odor forte, inclusive butanodiona. Os desodorantes atuam matando as bactérias. 

OHM: símbolo Ω. Unidade SI derivada de resistência elétrica, sendo a resistência entre dois pontos num condutor quando uma diferença de potencial constante, aplicada entre estes pontos, produz uma corrente de um ampére no condutor.

OLEFINAS: denominação dada aos alcenos, devido à propriedade que apresenta o eteno, primeiro membro desta série, de reagir com o cloro ou o bromo e produzir compostos líquidos, oleosos e insolúveis na água. A palavra olefina significa “gerador de óleo”.

ÓLEO: glicerídeo cujos ésteres são formados predominantemente por ácidos insaturados, tais como ácido oléico, linolênico. Os óleos são líquidos viscosos, incolores ou levemente amarelados, ocor-rendo tanto no reino animal como no vegetal.
Animal: óleo de fígado de bacalhau, óleo de capivara, etc
Vegetal: óleo de algodão, oliva, coco, amendoim, girrasol etc.
Os óleos podem ser comestíveis e secativos. Não misturam com água, mas se tornam miscíveis com a adição de solventes químicos orgânicos.

ÓLEO CÍTRICO: são extraídos das frutas do limão, lima, laranja e bergamota, usualmente da casca, da qual são separados por esmagamento. Essa técnica esmaga fisicamente as paredes das células que contêm o óleo, liberando então os materiais fragrantes.

ÓLEOS COMESTÍVEIS: extraídos de plantas e animais são basicamente glicerídeos. Os principais de origem vegetal são; de algodão, de soja, de oliva, de amendoim, de coco, de babaçu, de dendê, de andiroba, de patauá. Os principais de origem animal são: óleo de fígado, de bacalhau e óleo de capivara.

ÓLEO DE COCO: o óleo ou azeite de coco é um óleo vegetal conhecido também como manteiga de coco é uma substância graxa que contém cerca de 90% de ácidos saturados extraídos mediante prensagem da polpa ou cerne dos cocos (Cocos nucifera). Usado na área da saúde, alimentícia, cosmética, fabricação de sabão, como biodiesel, industrias para vários fins.
A extração do óleo de coco: coco dever ser maduro, mas fresco, nunca seco. Uma vez partido, deve remover a castanha e realizar o processo de prensagem, sempre à frio para não comprometer a estrutura da cadeia do óleo.
Uma vez prensado, junte a massa de coco e esprema-a com um pano (estéril, limpo, livre de contaminação, de modo a preservar a qualidade do óleo para posterior consumo), até extrair o máximo do leite, pode-se também utilizar peneiras de malha fina ou prensas caseiras. Acondicione o material filtrado "leite" em um vasilhame que pode ser aberto e/ou cortado. Após manhenha sob refrigeração por 48 horas, ou até que haja a separação do soro com densidade diferente. A massa branca tende a ficar na superfície pois sua densidade é menor. Descarte o soro. é interessante manter o óleo em recipiente de cor escura para evitar a oxidação pela luz.
Em temperatura abaixo de 25ºC a gordura do coco solidifica-se. De um coco maduro é possível extrair aproximadamente 60 a 90 mililitros.

ÓLEO DE LINHAÇA: é extraído das sementes de linhaça, que apresenta um óleo com propriedades secantes devido a seu alto teor de ácido linolênico. A linhaça é uma das oleaginosas mais tradicionais por causa da utilização de suas fibras em produtos têxteis. Tem alta viscosidade com consistência similar ao mel e amarela muito menos que o óleo de linhaça cru. O acabamento é brilhante com realce das cores naturais da madeira e a impermeabilização, duradoura. O ideal é que seja aplicado diluído com um pouco de terebintina para facilitar sua absorção pela madeira e maior rapidez na secagem em madeiras que não tenham sido envernizadas.

ÓLEO DE MAMONA: líquido viscoso obtido da compressão das sementes da mamona. Ele é um triglicerídeo derivado do ácido ricinoleíco, normal-mente de funcionalidade próximo de 2,7.

ÓLEO DE OLIVA: ou azeite, é um óleo extraído da fruta da oliveira (Olea europaea L.), a azeitona. O método tradicional de obtenção do óleo, que é ainda usado em muitas regiões, consiste no esmagamento das azeitonas que foram previamente picadas e amassadas. A pressão aplicada à pasta de azeitonas separa os líquidos, o óleo e a água contida no vegetal, do material sólido. O óleo e a água são então separados por decantação. No processo moderno de obtenção do óleo, são utilizadas grandes centrífugas que fazem a separação do óleo. Nesta forma de extração, a pasta de azeitona fica de 30 a 40 minutos sendo mexida (processo tecnicamente chamado de malaxar), o que permite que as pequenas gotas de óleo
se agrupem. Nesta fase é adicionada água à mistura a fim de dar melhor formação à pasta. Isto produz uma desvantagem importante em relação às qualidades benéficas do óleo, pois isto reduz a quantidade de antioxidantes, que são “lavados” por esta água. Extravirgem: como vimos é o óleo de oliva obtido da primeira pressão, com acidez não superior a 0,8%. Virgem: óleo de oliva extraído por meio físico (pode ser com temperatura de extração elevada), acidez menor que 2%. Óleo de Oliva: é uma mistura de óleo de oliva virgem e óleo de oliva refinado. Acidez de no máximo 1%.

ÓLEO DE PINHO: tem como um dos principais componentes o alfaterpinol, sendo usado como perfume e bactericida em muitos produtos de limpeza.

ÓLEO DE PRÍMULA: tem suas propriedades medicinais reconhecidas há centenas de anos. Herbanários antigos relacionam muitas enfermidades que foram curadas com o uso dessa planta. Entretanto, apenas a cerca de 20 anos, os pesquisadores confirmaram a descoberta de que o óleo extraído das sementes de prímula contém um ingrediente ativo denominado Ácido Gama-Linolênico – GLA. Ele é poderoso e ao mesmo tempo suficientemente suave para tratar todos os tipos de afecções; desde resfriados até problemas de próstata, do diabetes até dores articulares. Podemos utilizar o óleo de prímula para obter cabelos brilhantes e unhas fortes, superar a tensão pré-menstrual e enfrentar a menopausa.

ÓLEO DE RÍCINO: óleo extraído das sementes do Ricinus communis, de grande viscosidade e muito apreciado na indústria moderna. O óleo sulforricinoléico é um óleo de rícino sulfonado. O óleo de rícino ainda é usado como laxativo.

ÓLEO DE TUNGUE: óleo de secagem rápida obtido da noz do tungue, também chamado de óleo de madeira chinesa. Geralmente usado em acabamentos finos de madeira e como secativo em tintas.

ÓLEO DIESEL: no óleo diesel o fator anti-detonan-te é denominado octanagem. Usado principalmente em veículos comerciais devido ao seu desempe-nho, tem como principais características uma me-lhor relação custo/benefício, baixa fluidez (congela em baixas temperaturas), grande absorção de água (higroscópico), viscosidade instável.

ÓLEO ESSENCIAL: um óleo natural com um  chei-ro distinto segregado pela glândulas de certa plan-tas aromáticas. É constituído principalmente por terpenos. É usado em perfumes, em condimentos e na medicina. São exemplos, os óleos de citrínos, óleos de flores e óleo de cravo.

ÓLEOS FIXOS: são classificados como ésteres de álcoois e ácidos graxos de cadeia longa ou derivados. São elementos energéticos e estão associados a proteínas e carboidratos. Com função de evitar perda de água pelas plantas, eles estão espalhados por todo vegetal, principalmente nas sementes. Geralmente são solúveis em éter, clorofórmio e outros solventes orgânicos e insolúveis em água. Quando purificados, são incolores de sabor e odor suaves. Quando muito aquecidos, liberam um odor acre devido à formação de aldeído acrílico, acroleína. São untuosos ao toque e deixam mancha permanente, quando filtrados em papel.

ÓLEO FÚSEL: resultante da destilação do vinho, caldo de cana mais melaço já submetido a fermentação, é constituído de álcoois superiores. É extraído em pequena quantidade na coluna de retificação, sendo usado na indústria química e de cosméticos. A produção de açúcar e álcool à partir da cana-de-açúcar gera uma série de subprodutos que permitem um aproveitamento completo da matéria-prima. Esse aproveitamento é de elevada importância para países produtores de açúcar de cana como o Brasil. Como subprodutos têm-se o bagaço e o óleo fusel. O óleo fusel é um líquido amarelado de odor desagradável, sendo que 60% possui ponto de ebulição entre 122ºC e 138ºC. Ele é obtido na produção do álcool etílico, constituindo a fração menos volátil obtida durante o processo de destilação desse álcool. Seu constituinte principal é o álcool isoamílico que tem grande valor comercial.

ÓLEO GRAFITADO: óleo composto à base de gra-fite coloidal, utilizado para a lubrificação.

OLEO LUBRIFICANTE: este óleo de motor de automóvel, consiste primariamente de hidrocarbonetos de alta massa molecular. Suas longas cadeias enrolam-se umas sobre as outras, dando ao óleo uma alta viscosidade. 

ÓLEO MINERAL: óleo natural, originado do petróleo. Suas moléculas são constituídas fundamentalmente de carbono e hidrogênio, sob a forma de hidrocarbonetos.

ÓLEO MULTIVISCOSO: óleo com alto índice de viscosidade e que mantém suas características mesmo com variações de temperatura. Já o óleo monoviscoso apresenta grandes variações de viscosidade com mudanças de temperatura.

ÓLEO SECATIVO: óleo que, devido à sua insaturação, oxida-se em exposição ao ar, formando um produto sólido. Em geral é um glicerídeo de origem vegetal e seu processo de oxidação é acelerado pela adição de catalisadores, a fim de ser empregado na confecção de tintas e vernizes. Também é chamado de óleo secante. Principais óleos secativos: óleo de linhaça, óleo chinês de madeira ou óleo de tungue, óleo de oiticica, óleo de rícino, óleo de girassol.

ÓLEO SINTÉTICO: óleo aperfeiçoado em laboratório para apresentar melhor estabilidade, viscosidade, resistência à oxidação e maior poder lubrificante.

ÓLEO SECATIVO: óleo que, devido à sua insaturação, oxida-se em exposição ao ar, formando um produto sólido. Em geral é um glicerídeo de origem vegetal e seu processo de oxidação é acelerado pela adição de catalisadores, a fim de ser empregado na confecção de tintas e vernizes. Também é chamado de óleo secante. Principais óleos secativos: óleo de linhaça, óleo chinês de madeira ou óleo de tungue, óleo de oiticica, óleo de rícino, óleo de girassol.

ÓLEO SINTÉTICO: óleo aperfeiçoado em laboratório para apresentar melhor estabilidade, viscosidade, resistência à oxidação e maior poder lubrificante.

ÓLEO VEGETAL: são formados por ácidos graxos insaturados e são líquidos à temperatura ambiente, pois tem baixos pontos de fusão. Os principais são: de algodão, de soja, de oliva, de amendoim, de coco, de dendê, etc.

OLEODUTO: sistema constituído de tubulações e estações de bombeamento destinado a conduzir petróleo ou seus derivados líquidos.

ÓLEOS VOLÁTEIS: são os principais odoríferos encontrados em várias partes de plantas. Como evaporam quando expostos ao ar em temperaturas comuns, são chamados óleos voláteis, etéreos ou essenciais. Este último termo é utilizado porque os óleos voláteis representam “essências” ou componentes odoríferos das plantas.

OLIGOELEMENTO: elemento que existe em concentração muito baixa no corpo humano.

OLIGOSSACARÍDEO: molécula composta de alguns monossacarídeos. Em outras palavras, pequeno açúcar composto de alguns açúcares elementares.

OMEGA-3: são ácidos graxos cuja primeira dupla ligação aparece após o carbono número 3, contada a partir da extremidade metil. Existe uma terminologia toda particular para essa substâncias químicas. Por exemplo, ácidos graxos do tipo Omega-3 são o alfa-linolênico (18:3n3), ou seja, o ácido alfa-linolênico tem 18 átomos de carbono; 3 duplas ligações, sendo que a primeira localiza-se após o terceiro carbono, contando a partir do grupamento metila, o ácido eicosapentaenóico(20:5n3) e o ácido docosahexaenóico(22:6n3).

OMEGA-6:  significa que a primeira dupla ligação aparece após o carbono 6, a partir do grupo metil). O ácido linoleico pode ser escrito da seguinte maneira: 18:2n6 (ou seja, o ácido linoleico tem 18 átomos de carbono; 2 duplas ligações, sendo que a primeira localiza-se após o sexto carbono, contando a partir do grupamento metila). Juntamente com o ácido linoleico, o ácido araquidônico (20:4n6) também é um Omega-6.

ONDA: perturbação vibratória mediante a qual se transmite energia.

ONDA ELETROMAGNÉTICA: onda constituída por um componente de campo elétrico e uma componente de campo magnético.

OPALA: mineral amorfo, constituído por sílica hidratada. Tem emprego na manufatura de objetos de adorno, devido à sua propriedade de refratar e refletir a luz, com opalescência.

OPERAÇÕES UNITÁRIAS: são operações onde ocorrem transformações físicas e/ou físico-químicas, realizadas em equipa­mentos específicos, tanto em escala piloto como industrial, que por meio da aplicação dos fenômenos de transporte per­mi­tem e complementam:
a) a otimização e interação das conversões químicas nos processos industriais;
b) a preparação das matérias-primas a serem processadas;
c) a otimização e racionalização energética dos processos;
d) a separação e/ou purificação dos produtos intermediários e/ou finais dos processos;
e) o controle e tratamento de efluentes sólidos, líquidos e gasosos.

ÓPIO: suco endurecido das flores de papoula(Papaver somniferum). Contém grande número de alcalóides, dentre os quais o principal é a morfina. Usado em Medicina como narcótico e anti-diarréico, é fumado nos países de Oriente constituindo-se num entorpecente perigoso devido à formação de hábito.

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