quarta-feira, 7 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS Fa => Fe

FADIGA DO METAL: um efeito acumulativo que provoca a falha de um metal depois de repetidas aplicações de tensões, nenhuma das quais excedendo a força de tensão limite. A fadiga do metal é a tensão que provoca falhas depois de um número especifico de ciclos. O número de ciclos necessários para produzirem falhas diminui à medida que o calor de tensão ou de esforço aumenta. Outros fatores, como a corrosão, também aceleram o estado de fadiga do metal. 

FAHRENHEIT PARA CELSIUS: para converter graus Fahrenheit em graus Celsius, subtrair 32 da temperatura Fahrenheit, o resultado multiplica-se por 5 e divide por 9.
Ex: 68ºF = (68 – 32 = 36 . 5 = 180 ÷ 9 = 20) = 20ºC

FARADAY: carga contida em um mol de elétrons, equivalente a 96.487 Coulombs.
Cálculo:
1 elétron ..............................  1,6 .10-19C
6,02 .1023 elétrons ..............   96487C

FARADAY, Lei de: duas leis que descrevem a eletrólise.
a) a massa de elemento, obtida durante a eletrólise é proporcional à carga transferida, que por sua vez, é diretamente proporcional à intensidade de corrente elétrica, em Ampéres, e ao tempo, em segundos, que esta corrente passa.
b) as massas de elementos, obtidas durante a eletrólise de substâncias diferentes por uma quantidade fixa de eletricidade, é proporcional à massa molar do elemento (MOL) e à quantidade de elétrons recebidos ou perdidos pelo elemento.

FARINHA: produto obtido pela moagem de grãos de trigo, de centeio, de aveia, de milho, etc.

FARINHA DE TRIGO: a farinha de trigo é composta de três partes principais: endosperma, casca e germe, que correspondem a cerca de 83%, 14.5% e 2.5% do grão, respectivamente. A farinha de trigo representa, em média, 72% do grão do trigo. Uma extração maior levaria a uma incorporação de casca na farinha, pela impossibilidade de os rolos separarem endosperma e casca em maiores quantidades. Essa farinha é designada como farinha com 72% de extração. As farinhas Integral, Especial e Comum diferem entre si pelo grau de extração e pelo teor das cinzas. Dentre todas, a integral tem o mais alto grau de extração e o maior teor de cinzas.A principal diferença entre essas farinhas e a sêmola, é quanto à granulometria, que é maior nesta última. Além dessas diferenças, existem determinados limites quanto ao teor de água, cinza e glúten seco.

FARINHA INTEGRAL: é mais nutritiva, mesmo sendo mais escura e de conservação mais difícil que a farinha branca. O grão de trigo é composto por três partes principais: o germe, de onde nascerá uma nova planta (quando plantado o grão), e representa de 3 a 3,5% do grão, formado por proteína, vitaminas e gordura; o pericarpo, que é composto por várias camadas que protegem a semente, constitui 15% do grão, e é usado na fabricação de alimentos para animais; e o endosperma, que é formado principalmente de amido, perfaz de 83 a 85% do grão, e é de onde se retira a farinha; aí contém uma proteína chamada glúten, cuja propriedade é dilatar-se em contato com o fermento, daí o crescimento do pão, tornando-se leve e seco. Quanto mais branca for a farinha, menos germe e pericarpo contém, mas é justamente nessas partes que temos os teores mais elevados de vitaminas, sais minerais, proteína e gordura.

FARINHA SEM GLÚTEN: o trigo consumido atualmente não é o mesmo consumido por nossos antepassados. Ele foi profundamente modificado por cruzamentos, mutações e por seleção natural. O trigo atual contém um teor protéico de 13% enquanto que o trigo mais antigo tinha 2%.
Esse processo aumentou o teor alergênico do trigo (gliadina, glúten e lectinas), sua ação pró-inflamatória e sua ação bloqueadora metabólica em sete vezes. 
A farinha de trigo, que contém glúten, pode ser substituída por farinha de arroz, farinha de batata, farinha de milho, farinha de mandioca, que não contém glúten.

FÁRMACO: do grego “pharmakon”, significa droga, remédio.

FARMACOQUÍMICA: ramo da química que estuda os medicamentos de fórmula bem conhecida.

FASE: cada uma das diferentes partes homogêneas de um sistema heterogêneo que esta separada das outras por uma fronteira distinguível. Gelo, água e vapor formam um sistema de três fases (trifásico). Sal com água pode ser um sistema com uma única fase (monofásico) ou com duas fases (difásico) se o sal estiver em excesso.
Água e azeite forma um sistema de duas fases (difásico). Sistema com “n” componentes sólidos como regra tem “n” fases. Sistema com “n” gases sempre tem uma única fase. Não existe sistema heterogêneo de dois ou mais gases. 

FATOR DE VAN’T HOFF: fator usado para corrigir a equação fundamental das propriedades coligativas quando aplicada às soluções iônicas. É influenciado pelo: número de partículas dispersas e pelo grau de dissociação do composto.

FEIJÃO COM LARANJA: o feijão tem íons férricos (Fe3+) na forma quelada, uma estrutura complexa no qual o ferro gruda, ficando insolúvel e podendo ser eliminado pelas fezes, não sendo absorvido pelo nosso organismo, dando uma sensação de mal estar após, por exemplo, uma feijoada.
Algumas substâncias dos chás, café, chimarrão, espinafre, vinho tinto seco, contém muito tanino, que forma a estrutura quelada com os íons férricos.
A laranja que contém ácido cítrico, como o limão, tomate, cebola e pimentão reduzem os íons férricos do tanino a íons ferrosos (Fe2+), facilitando a absorção pela hemoglobina e dando uma sensação de bem estar após ter sido ingerido.

FELDSPATO: um grupo de minerais de sílica, os minerais mais abundantes da crosta terrestre.
Estes têm uma estrutura tetraédrica na qual estão
ligados juntamente com potássio, sódio e cálcio.

FENANTRENO: carboidrato aromático policíclico, isômero do antraceno, existente na hulha. Existe nos esteróis, nos hormônios sexuais, nos glucosídios cárdiacos, nos ácidos biliares, nos alcalóides do grupo da morfina e da apomorfina.

FENÓIS: compostos orgânicos que contêm um grupo hidroxila (-OH) ligado diretamente a um átomo de carbono aromático. Ao contrário dos álcoois normais,
os fenóis são ácidos devido à influência dos anéis aromáticos. Muitos fenóis substituídos ocorrem naturalmente, alguns sendo responsáveis pelas fragrâncias de plantas. Eles são muitas vezes componentes dos “óleos essenciais”, os óleos que
podem ser destilados de pétalas ou folhas. O timol, por exemplo, é o ingrediente ativo do orégano e o eugenol
dá a maior parte do odor e sabor do óleo de cravo.

FENOL: também conhecido como ácido carbólico, ácido fênico ou hidroxibenzeno. Apresenta-se como uma massa cristalina branca, que se torna rósea ou vermelha quando não perfeitamente pura ou por ação da luz. Absorve água do ar e liquefaz-se. Cheiro ativo e muito característico. Veneno muito forte quando ingerido. Solúvel em álcool, água, éter, clorofórmio e alcalis (bases). Obtido por extração do carvão da hulha ou por processos sintéticos. Muito usado como desinfetante sanitário, médico, cirúrgico, na obtenção de resinas fenólicas e plásticos, na fabricação de ácido pícrico, ácido salicílico, fenacetina e outros produtos. 

FENOLFTALEÍNA: um corante usado como um indicador ácido-base. É incolor para pH inferior a 8 e vermelho acima de 9,6. É usado em titulações envolvendo ácidos fracos e bases fortes. É também usado como um laxativo. 

FENÔMENO QUÍMICO: mudança na composição de uma substância. Um fenômeno químico, como a combustão, transforma uma substância em outra, com diferentes propriedades químicas. Combustíveis como madeira ou carvão transformam-se com a combustão ou queima em outras substâncias e restam cinzas como impurezas.

FENÔMENO FÍSICO: qualquer modificação que um corpo possa sofrer, sem lhe alterar a constituição íntima. Suas propriedades químicas não se alteram, ou seja, não ocorre transformação da matéria. As mudanças de estado são fenômenos físicos.

FERMENTAÇÃO: uma forma de respiração anaeróbica que ocorre em certos microorganismos, como exemplo as leveduras. Compreende uma série de reações bioquímicas através das quais o açúcar é convertido em etanol e dióxido de carbono.

FERMENTAÇÃO ACÉTICA: a fermentação acética consiste na oxidação parcial, aeróbica, do álcool etílico, com produção de ácido acético. Esse processo é utilizado na produção de vinagre comum e do ácido acético industrial. Desenvolve-se também na deterioração de bebidas de baixo teor alcoólico e na de certos alimento.

FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA: é o processo através do qual certos açúcares, principalmente a Sacarose, Glicose e Frutose são transformados em Álcool Etílico (ou Etanol). Para que isto ocorra, entretanto, torna-se necessária a ação de um “pool enzimático” para o desdobramento destes açúcares em álcool. Estas enzimas são fornecidas por microorganismos denominados “Leveduras” ou “Fermento”. As leveduras são células com um diametro médio ao redor de 5 micra, e só podem ser vistas através de um microscópio.

FERMENTAÇÃO CÍTRICA: o ácido cítrico, largamente utilizados nas industrias de alimento, refrigerantes, medicamentos, tintas e outras, eram anteriormente extraído de frutos cítricos. Atualmente é obtido por oxidação parcial aeróbica de hidratos de carbono (sacarose, principalmente) por ação de certos fungos, entre os quais Aspergillus niger, A. wentii, Mucor spp. etc. O substrato utilizado é um verdadeiro meio de cultura, contendo sais minerais e cerca de 20% de sacarose,
com pH extremamente baixo (entre 2,2 e 3,2); é colocado em bandejas onde o meio tem pequena profundidade e grande superfície; e no qual o fungo se desenvolve por 7-10 dias, entre 25-30ºC. O ácido cítrico é posteriormente separado por processos químicos.

FERMENTO BIOLÓGICO: é composto por seres vivos (leveduras). Ingrediente utilizado para o preparo de pães, pizzas, croissants, sonhos e massas fermentadas em geral. As leveduras são fungos unicelulares, ou seja, formados somente por uma única célula. Devido a esta característica elas crescem e se reproduzem mais rapidamente. Esta categoria de fungos não é visível a olho nu, sendo visualizados apenas com auxílio de um microscópio. São bem maiores do que a maioria das bactérias existentes e foram visualizadas pela primeira vez em 1680, por Antony van Leewenhoeck.

FERMENTO QUÍMICO: em pó, não são microorganismos, ao contrário dos levedos, mas misturas de compostos químicos susceptíveis de soltar gás (frequentemente gás carbônico) que faz crescer os preparados alimentícios. Também são chamados “fermento em pó”. O bicarbonato de sódio (NaHCO3),
ao ser aquecido, libera gás carbônico  por decomposição térmica, sendo usado na composição do fermento químico. 

FÉRMIO (Fm): um elemento transurânico metálico e radioativo pertencente ao grupo dos actíneos.
O elemento foi identificado pela primeira vez nos escombros resultantes da explosão da primeira bomba de hidrogênio.

FERRO (Fe): do latim ferrum. Um elemento de transição metálico, prateado, maleável e dúctil. É necessário aos seres vivos em pequenas quantidades. É o quarto elemento mais abundante na crosta terrestre.

FERRO DOCE: é o metal praticamente puro. Pode ser obtido do minério, através de fusão sob forte corrente de ar.

FERRO FORJADO: uma forma pura do ferro, contendo 1 a 3% de escória (praticamente de silicato de ferro) que é distribuída igualmente pelo material em fios e fibras de forma que o produto tem uma estrutura fibrosa bastante diferente da estrutura de ferro fundido cristalino.
O ferro forjado enferruja menos rapidamente do que outras formas de ferro metálico além de que é mais fácil de soldar e de trabalhar.
É usado em correntes, ganchos, tubos, etc.

FERRO FUNDIDO: um grupo de ligas de ferro contendo 1,8 a 4,5% de carbono. É normalmente fundido em formatos específicos prontos para a maquinaria, tratamento por calor, ou juntas. É algumas vezes produzido diretamente num alto forno ou pode ser obtido a partir de ferro gusa novamente fundido.

FERRO GALVANIZADO: ferro ou aço que foi revestido com uma camada de zinco para proteção contra a corrosão. A galvanização é um método eficiente para proteger o ferro porque mesmo que a superfície esteja riscada, o zinco atua como metal de sacrifício e se oxida para proteger o ferro.

FERRO GUSA: a forma impura de ferro produzida num alto forno, que é fundida em lingotes (blocos) para serem convertidos mais tarde em ferro fundido, aço, etc.
A composição depende dos minérios usados, do processo de fusão e do fim que será dado aos lingotes.

FERRO, RICOS EM: o íon ferro é um microelemento essencial para o transporte de oxigênio no corpo pela hemoglobina. É também um componente crucial de enzimas que realizam importantes processos no corpo. Parte dele é perdido rotineiramente pela excreção fecal e urinária e também através da menstruação ou gravidez. Esta quantidade deve ser substituída por íons ferro dos alimentos. Os homens necessitam cerca de 10mg por dia, enquanto que as mulheres requerem 18mg, e mais ainda se elas estiverem grávidas. O fígado é a fonte mais rica em íons ferro. Outros alimentos ricos em íons ferro são: carne magra, espinafre, gema de ovo, cenouras e uvas. Embora a maior parte dos íons ferro do corpo esteja contida nos glóbulos vermelhos, a medida da quantidade restante no soro sanguìneo pode ser usada para diagnosticar certas desordens. A faixa normal é de 60mg a 200mg de íons ferro por 100mililitros de soro sanguíneo.

FERROLIGAS: como o próprio nome diz, são ligas de ferro com outros elementos químicos, como manganês, silício, entre outros. Além de outras aplicações, as ferroligas destacam-se por ser um insumo absolutamente indispensável para a indústria siderúrgica, sendo utilizadas na elaboração de todos os tipos de aço. As ferroligas de manganês são utilizadas praticamente na fabricação de todos os tipos de aços e fundidos de ferro, pois além das propriedades gerais de dessulfurantes e desoxidantes, contribuem para melhorar a qualidade do aço no que tange a maleabilidade, tenacidade e dureza

FERROMAGNÉTICA: propriedade apresentada por certos materiais, como o ferro, cobalto e níquel, por exemplo, de serem atraídos fortemente por um imã. 

FEROMÔNIOS: são substâncias químicas usadas na comunicação entre indivíduos da mesma espécie.
A mensagem química tem como objetivo provocar respostas comportamentais como alarme, agregação, colaboração na produção de alimentos, defesa e acasalamento, dentre outros.

Nenhum comentário:

Postar um comentário