quarta-feira, 7 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS Bm => Bo

BOHR; ÁTOMO DE: Niels Bohr, que inventou um novo modelo para o átomo de hidrogênio, que podemos chamar de Hidrogênio 1. O hidrogênio é o átomo mais simples que existe: seu núcleo tem apenas um próton e só há um elétron orbitando em torno desse núcleo. Para explicar a evidente estabilidade do átomo de hidrogênio e, de quebra, a aparência das séries de linhas espectrais desse elemento, Bohr propôs alguns “postulados”(postular significa pedir). Portanto, Bohr pedia que a gente aceitasse como verdade algumas afirmativas que ele não demonstrava, mas que, se fossem verdadeiras, explicavam todo o mistério do Hidrogênio.
Eis, a seguir, os postulados de Bohr.
1) A órbita circular do elétron não pode ter qualquer raio. Só alguns valores são permitidos para os raios das órbitas.
2) O elétron gira em torno do núcleo em uma órbita circular, como um satélite em torno de um planeta, mantendo-se nessa órbita às custas da força elétrica atrativa entre cargas de sinais opostos.

BOHR, NIELS: físico dinamarquês (1885 – 1962). Aplicou ao átomo a teoria quântica, desenvolvida pelo físico Max Planck (1858-1947) em 1900. Ele combinou-a com as idéias de Rutherford acerca da estrutura do átomo e mostrou em 1913, que os elétrons movem-se ao redor do núcleo em órbitas definidas, essas órbitas são chamadas de níveis de energia.

BOHR; EMISSÃO DE LUZ: o segundo postulado de Bohr diz: um átomo ao ser aquecido faz seus elétrons se afastarem do núcleo ao receber esta energia, desestabilizando-se. Logo a seguir estes elétrons voltam a posição original, liberando a energia recebida na forma de luz. Dependendo do quanto se afastar de sua posição inicial emitirá uma quantidade de energia correspondente a uma freqüência característica no espectro visível ou invisível. Isto é facilmente observado pela cor da chama de uma substância ou elemento que está sendo queimado. A cor depende do elemento químico em maior abundância no material que está sendo queimado. A mais comum vista em incêndios e em simples velas queimando é a chama amarelada, causada pelo aquecimento do elemento sódio. Muitas vezes a base da chama da vela é azul, causada pela falta de oxigênio nessa região, que induz a formação de monóxido de carbono. Quando em incêndios de fiação elétrica a cor da chama fica esverdeada e mostra a presença do elemento cobre. Nas queimadas é comum encontrar labaredas de cor violeta, resultado do aquecimento em altas temperaturas do elemento potássio liberado pela madeira das árvores. Outro tipo de fogo que dificilmente é produzido pela queima de materiais, mas que aparece
nos fogos de artifício é o vermelho vivo, produto da combustão do cálcio. Algumas vezes a chama pode ser também invisível, como a produzida pelo metanol, um álcool bastante puro.

BOHRIO (Bh): número atômico 107 e massa atômica 262.

BOLACHA MOLE: na fabricação de bolachas é usado como fermento e regulador de acidez o bicarbonato de amônio(NH4HCO3), um sal que se decompõe ao ser aquecido em: água, gás carbônico(CO2) e gás amônia (NH3). O gás amônia pode exercer atração eletrostática sobre a água existente na massa da bolacha e na umidade do ar, hidratando a bolacha cada vez mais e esta acaba ficando mole. Esta atração é chamada pontes de hidrogênio.

BOLHAS DE SABÃO: o espectro de cores produzidas na superfície de uma bolha de sabão é resultado da reflexão da luz visível que incide na bolha. A luz visível contém luz de todas as cores, dependendo do seu comprimento de onda. A espessura do filme da bolha de sabão não é uniforme, verificando-se a existência de vales na sua superfície. Devido a este fato, na superfície da bolha irão existir zonas com diferentes efeitos de cor.

BOMBA: um aparelho mecânico que fornece energia a um fluído (líquido ou gás) de modo a deslocá-lo de um lugar ou nível para outro, ou para aumentar a sua pressão.

BOMBA ATÔMICA: arma muito poderosa que funciona por transformações nos núcleos dos átomos. Funcionam por fusão ou fissão nuclear. Em uma arma de fissão, a reação em cadeia não é controlada; muitos e muitos núcleos são fissionados em frações de segundo, produzindo enormes quantidades de calor em uma violenta explosão. Uma arma de fusão é ainda mais destrutiva. A reação de fusão precisa ser detonada por uma reação de fissão.

BOMBA DE GRAFITE: é uma bomba que explode no ar lançando pó de grafite sobre as centrais elétricas não permitindo que elas funcionem, mas não as destruindo, é, segundo várias fontes, a arma usada pela primeira vez por aviões da Otan para ataques cada vez mais duros contra Slobodan Milosevic.
Segundo especialistas, essa bomba de grafite é uma versão melhorada da bomba que foi usada pela primeira vez em 1991, na Guerra do Golfo, para obstruir os sistema energético do Iraque. A bomba guiada por satélite contém centenas de quilos de grafite em pó com carga explosiva. Um altímetro pode ser usado para detonar a bomba a uma certa altura sobre uma central elétrica, espalhando o grafite sobre centenas de metros. Como o grafite é um condutor de eletricidade, seu pó produz curtos circuitos que causam danos permanentes nos equipamentos da estação.

BOMBA DE HIDROGÊNIO: as bombas de hidrogênio são fabricadas por meio da fusão nuclear, processo em que diversos átomos se juntam antes de explodir.
"Basicamente, cada bomba de fusão inclui também uma pequena bomba de fissão".
A primeira explosão nuclear se encarrega de gerar a elevadíssima temperatura necessária para que os isótopos de hidrogênio se fundam, o que explica porque a Bomba H também é chamada de termonuclear. A potência final é determinada pelo volume de hidrogênio(H2), mais precisamente seus dois isótopos radioativos, o deutério(1H2) e o trítio(1H3).
"A energia nuclear liberada na fusão tem a mesma origem que a energia que sustenta a vida na Terra: o Sol". Até hoje, nenhuma explosão superou a potência da "Bomba-Czar", uma bomba de hidrogênio de 50 megatons (o equivalente a 50 milhões de toneladas de dinamite) detonada durante um teste do governo soviético em outubro de 1961.
Essa bomba, por sinal, era 3 mil vezes mais poderosa que a lançada sobre Hiroshima em agosto de 1945, naquela que foi a primeira vez que uma arma nuclear foi usada em situação de conflito.

BOMBA DE VÁCUO: uma bomba usada para reduzir a pressão do gás num recipiente fechado. A bomba de laboratório normal, que é vedada a óleo, pode manter  uma pressão de 10-1 Pa.


BOMBOM COM LICOR: sua fabricação é um exemplo clássico do uso da hidrólise da sacarose, onde ocorre a inversão para a mistura glicose e frutose (açúcar invertido), muito mais solúvel em água do que a sacarose, o açúcar invertido não cristaliza, e o sabor doce da frutose é mais intenso que o da sacarose. Por exemplo o uso da hidrólise da sacarose na produção de bombons de moranguinho com calda. Os moranguinhos são cortados em pedaços e recobertos com uma pasta formada por sacarose, água e pequenas quantidades de invertase, os moranguinhos são novamente recobertos com chocolate. Aproximadamente uma ou duas semanas depois ocorre a hidrólise da sacarose, formando o açúcar invertido, que se dissolve na água da pasta, constituindo uma calda. O processo de hidrólise da sacarose explica como é possível “colocar” calda em um bombom sem furá-lo.

BORATO DE SÓDIO (Na2B4O7.10H2O): bórax ou tetraborato de sódio, apresenta-se como um pó branco muito usado em farmácia. Nativo e de cor branco esverdeado solúvel em água. Existe em solução na água quente e no vapor que brota da terra em alguns países. Na indústria química emprega-se na fabricação de vidros óticos, na solda de metais e em  detergentes finos.

BORO (B): um elemento do grupo 13 da tabela periódica. É usado em semicondutores e em filamentos para aplicações aeroespaciais especializadas. O boro amorfo é usado em combustões, dando uma coloração verde.
O isótopo boro-10 é usado em barras de controle e blindagem de reatores nucleares.

BORRACHA BUTILO: um tipo de borracha sintética obtida por copolimerização de 2-metil propeno e 1,3-metilbutadieno. Apenas pequenas quantidades de isopreno, cerca de 2%, são usadas. A borracha pode ser vulcanizada. Grandes quantidades foram antes usadas em tubos interiores de pneus.

BORRACHA DE APAGAR: a palavra rubber fora cunhada em 1770 pelo químico inglês Joseph Priestley, que descobrira que um pedacinho de borracha podia ser usado para apagar (rub out) traços feitos a lápis de grafite com melhor efeito que o método do pão úmido utilizado na época. As borrachas de apagar foram comercializadas na Grã-Bretanha com o nome de "Indian rubbers", o que reforçou a idéia errônea de que a borracha vinha da India.

BORRACHA NATURAL: uma substância polimérica obtida da seiva da árvore Hevez brasiliensis. Obtém-se o óleo de borracha natural por coagulação e secagem da seiva, látex, sendo depois modificada por vulcanização e por mistura com outras substâncias.
A borracha natural e a sintética (feita por polimerização de hidrocarbonetos) são usadas em pneus.

BORRACHA NITRILO: um copolímero de butadieno-1,3 e do propenonitrilo. É uma borracha sintética importante comercialmente devido à sua resistência ao óleo e a muitos solventes.

BOSÃO: partícula cujo spin é caracterizado por um número inteiro.

BOTOX: é uma proteína produzida pela bactéria Clostridium botulinum, obtida e purificada em laboratório através de um complexo processo de reações químicas e sucessivas filtragens. A toxina botulínica é uma neurotoxina e age na junção neuromuscular, impedindo que o músculo se contraia. É usada em várias áreas da medicina, como em oftalmologia, no tratamento do estrabismo, em neurologia, no tratamento de seqüelas de derrame ou traumatismo craniano e, mais recentemente, em dermatologia, no tratamento de rugas da face e pescoço.

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