terça-feira, 6 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS Aba => Ace

ABACAXI: é rico em vitamina C, vitamina B2 e vitamina B1, que facilitam a expectoração, combate bronquites, gripes e outras doenças respiratórias.  Além disso, favorece a digestão. Pode ser utilizado para amolecer carnes. Cada 100gramas contém 52,0 kilocalorias, 13,70 gramas de glicídios, 0,40 gramas de proteína e 0,20 gramas de lipídio.

ABACATE: combate dores de estomago, cólicas intestinais,  reumatismo, gota, mal estar do fígado e problemas da pele. Combate também o cansaço. Cada 100 gramas contém 162,0 kilocalorias, 6,40 gra-mas de glicídios, 1,80 gramas de proteína e 16,0 gramas de lipídio.


ABELHA, PICADA DE: a abelha é um inseto da ordem dos himenópteros e da família Apoidea. Suas espécies são, em maioria, munidas de ferrão. Ao atingir alguém, a abelha deixa o ferrão cravado na vítima. Com o ferrão, fica também a glândula secretora de veneno. Assim, o ato de friccionar o local da picada faz com que maior quantidade de veneno seja injetado. Os efeitos do veneno, de composição complexa, variam muito, ou em conformidade com a quantidade de picadas, ou com a sensibilidade da vítima. Para a maioria das pessoas a picada causa apenas dor, mas, para outras, pode trazer grave manifestação alérgica. Nos casos benignos, os danos limitam-se ao local atacado, que fica dolorido e inchado. Nos mais graves, quando o indivíduo é alérgico ao veneno, aparecem manifestações como fraqueza, tonturas, náusea, vômitos, suores frios, contrações musculares involuntárias e dores de cabeça violentas.


ABELHA RAINHA OU OPERÁRIA: a abelha rainha produz um feromônio, substância com a função de atração sexual, cujo nome é ácido 9-hidróxi dec-2-enóico diferente das abelhas operárias que produzem um feromônio chamado: ácido 10-hidróxi dec-2-enóico. É uma diferença muito pequena, mas é de extrema importância para o reconhecimento de abelha rainha na colméia.


ABRASIVO: substância muito dura capaz de arrancar, por atrito, nas raspagens ou degaste, partículas de outros corpos. Ex: lixa de unha


ABREUGRAFIA:  método de exame radiológico criado pelo médico brasileiro Manuel de Abreu. Descoberto em 1936, caracteriza-se pela conjugação de dois elementos básicos: a roentgenfotografia (combinação de fotografia e raios de Roentgen ou raios X) e fluorografia (impressão da imagem obtida na placa fluorescente da radioscopia). A abreugrafia consiste na fotografia em 35 mm, 70 mm ou 100 mm do écran fluoroscópico, possibilitando o exame do tórax em grande escala e em curto período de tempo, sem risco de exposição demorada aos raios X.


ABS (Acrilonitrila; Butadieno;eStireno):  as resinas ABS representam uma das mais estimadas misturas entre uma resina e um elastômero e de-vem o grande sucesso às ótimas propriedades resultantes desta união. A sigla ABS provém das iniciais de três monômeros de base utilizados para a sua preparação: a acrilonitrila, o butadieno, e o estirene. As primeiras resinas ABS foram produzi-das nos anos cinquenta. As suas propriedades principais são tenacidade, resistência ao choque e dureza superficial. Por isso são utilizadas sobretudo para a construção de móveis, componentes para a indústria do automóvel, chassis de televisores, rádios, painéis, etc.


ABSINTO: surgiu, em 1792, pelas mãos do Dr. Pierre Ordinaire, que utilizou uma infusão de ervas com o ingrediente ativo da planta Artemisia Absinthum para fabricar um remédio digestivo. Poucos anos depois, ele adicionou 70% de álcool à fórmula para potencializar seus efeitos. Para preparar a bebida cumpre-se um ritual: um pouco de água gelada e vertida lentamente sobre uma colher especial, com furos, colocada sobre um copo, onde é depositado, além da bebida, um torrão de açúcar. O absinto dos dias de hoje conserva a espantosa graduação alcoólica do século passado (entre 60° e 70°) e também o seu velho e maldito alcalóide. Porém, atualmente, os europeus só permitem a comercialização de fórmulas que adotem o artemísia na proporção de no máximo 10 mg/litro, quando antiga-mente a dosagem era até 20 vezes superior.


ABSOLUTO: 1. Que não depende de; ou que é relativa a qualquer coisa,  ex: zero absoluto.

2. Que indica uma temperatura medida numa escala absoluta, uma escala de temperatura baseada no zero absoluto. A escala de temperatura usual é a da temperatura termodinâmica; a sua unidade, o Kelvin, era antes conheci-da com o nome de grau absoluto e tem a mesma grandeza que o grau Celsius. Na escala Britânica usa-se a escala Rankine, uma escala absoluta cuja menor divisão tem o mesmo valor que um grau Fahrenheit.

ABSORÇÃO: é a fixação de um gás por um sólido ou um líquido, ou a fixação de um líquido por um sólido. A substância absorvida se infiltra na substância que absorve.


ABUNDÂNCIA ISOTÓPICA: relação entre o número de átomos de um isótopo existente numa mistura de isótopos e o número total de átomos presentes. Exprime-se em percentagem.


AÇAFRÃO: é um corante de origem vegetal extraído dos estigmas dissecados das flores de Crocus sativus L. É muito raro e é usado em alimentos.


ACELERAÇÃO DA GRAVIDADE: é a aceleração que um corpo material adquire provocada pela atração gravitacional de um outro corpo sobre ele. A aceleração da gravidade, representada pela letra “g”, não é uma constante. Ela depende do local onde a medimos. Deste modo, o valor da aceleração da gravidade na superfície de cada corpo celeste irá variar, dependendo da massa deste corpo. Na superfície da Terra o valor adotado para a aceleração da gravidade foi estabelecido pelo Comitê Geral de Pesos e Medidas, em 1901.

Dizemos que a 45o de latitude e ao nível do mar a aceleração da gravidade na superfície da Terra é igual a 9,80665 m/seg2.

ACELERADOR DE PARTÍCULAS: é um aparelho que produz “feixes” de átomos, elétrons, moléculas ou algumas partículas mais exóticas, como antiprótons, pósitrons ou mésons, com velocidades altas, geralmente superiores a 1/1000 da velocidade da luz. Para que sejam atingidas estas velocidades, que em alguns casos chegam quase à velocidade da luz, as partículas sofrem a ação de forças eletromagnéticas, com arranjos que diferem bastante entre os diversos tipos de aceleradores.


ACETALDEÍDO (C2H4O): líquido incolor, acre, que ferve aproximadamente à temperatura ambiente e é o produto metabólico primário do etanol na sua rota de conversão a ácido acético. É produzido pela enzima álcool desidrogenase, que ocorre principalmente no fígado, mas também, em peque-na quantidade, na retina. O acetaldeído é um dos agentes responsáveis pela ressaca. O álcool desidrogenase está presente em nosso corpo porque necessitamos metabolizar o álcool produzido em pequenas quantidades pela digestão e quebra dos carboidratos e, em grandes quantidades pelas bactérias em nosso intestinos. Também contribui para o odor das frutas maduras.


ACETATO (CH3COO1-): ânion que pode gerar um sal quando combinado com metal por ligação iônica.

Ex: acetato de sódio (CH3COONa)

ACETATO DE CELULOSE: pertence à família das resinas celulósicas. Assim como a celulóide, é obtida por modificação química de um polímero natural, a celulose, é uma das mais difundidas substâncias orgânicas na natureza.

Possui o aspecto de um pó branco e por causa da aparência agradável é utilizada sobretudo para a produção de objetos transparentes, translúcidos e opacos, entre os quais lembramos revestimentos de volantes para automóveis, cabos de facas, saltos para sapatos, vidros de relógios, partes de máscaras protetoras, canetas-tinteiro, cabos de guarda chuvas, brinquedos.

ACETATO DE ETILA (CH3COOCH2CH3): é aplicado na formulação de thinners, lacas, tintas e vernizes: é um bom solvente para alquídicas curtas em óleo, nitrocelulósicas, etilcelulósicas, acetobutiratos de celulose, breu esterificado, fenólicas modificadas, uréia-formaldeído, epóxi, poliuretano, acrilatos e metacrilatos. Embalagens, o acetato de etila pode ser empregado sobre os seguintes suportes: filme celulósico, papel, folha de alumínio, em tintas de Heliogravuras e flexogravuras para aplicação em PVC, poliéster, polietileno, polipropileno.Em adesivos à base de acetato de poli-vinila, policloropreno e borracha clorada, permite fórmulas com altos teores de sólidos. Em fragrâncias (perfumes) e aromas (essências). Na produção de couro artificial.


ACETATO DE SÓDIO (CH3COONa): um composto cristalino incolor, que é conhecido como sal anidro ou trihidratado. Ambas as formas são solúveis em água e em  etoxietano  e  ligeiramente solúveis em etanol.  Como é um sal de uma base forte e de um ácido  fraco, o acetato ou etanoato de sódio é usado em tampões para controle de pH em muitas aplicações de laboratório, em produtos alimentares e em eletrogalvanização. É usado também na tinturaria, sabões, farmacêutica e em fotografia.


ACÉTICO: substância que possui o radical, (CH3COO-), acetato ou é referente ao ácido acético. Ainda o que possui gosto azedo de vinagre.


ACETILENO (C2H2): nome oficial, etino.

Gás facilmente inflamável, usado em solda oxiacetilênica  e amadurecimento artificial de frutas.

ACETONA (CH3COCH3): nome oficial propanona. É um líquido incolor, muito volátil, inflamável, menos denso que a água e solúvel em água e álcool. É obtida por oxidação o propanol-2 ou é obtida como produto intermediário na produção de fenol a partir de cumeno; é usado como um solvente e como matéria-prima na produção de plásticos.



ACIDIFICAR: o mesmo que acidular, tornar ácido, adicionando um composto com características ácidas, diminuindo o pH.

ACIDIMETRIA: volumetria de neutralização em que se determina a concentração de uma solução ácida por meio de titulação com uma solução básica de concentração conhecida.

ACIDEZ: deve-se à presença de íons hidrônio livres que são formados por substâncias ácidas como o ácido acético do vinagre, o fosfórico adicionado a alguns refrigerantes do tipo cola para acentuar o seu sabor e o carbônico da água com gás.
Especula-se que os botões gustativos dos lados da língua contêm moléculas protéicas ricas em grupos carboxilato; grupos carboxílicos que perderam um íon hidrogênio; em um meio ácido, são novamente convertidos a grupos carboxilas e, conseqüentemente causam uma mudança na forma das moléculas de proteína, o que dispara impulsos para o cérebro.

ACIDEZ DOS OCEANOS: quando a água (H2O) e
o gás carbônico (CO2) se encontram, é formado o
ácido carbônico (H2CO3) que se ioniza na água do mar, formando íons carbonato (CO3-2) e hidrogênio (H+1).

CO2(g)   + H2O(l)  => H2CO3(aq) ó H1+(aq) + HCO3-2(aq)

Os íons hidrogênio aumentam a acidez das águas aumentando a solubilidade dos carbonatos.

Estas transformações podem afetar os organismos calcificadores (mariscos, algas, corais, plânctons, moluscos), erosão das plataformas continentais, altera a solubilidade de alguns metais como o ferro III que é um micronutriente essencial para o plâncton e produção de dimetilssulfeto pelo fitoplâncton que influencia na formação de nuvens.

ACIDEZ ESTOMACAL: as paredes do estômago humano são incrivelmente ácidas, as células secretam ácido clorídrico, que tem por finalidade suprimir o crescimento das bactérias e facilitar a digestão de alguns alimentos. O pH dos fluídos estomacais é em torno de 1.
O estômago produz pequenas quantidades de ácido clorídrico todo o tempo, mas a produção aumenta se aumentar a ingestão de alimentos. O simples cheiro da comida é capaz de aumentar a produção de ácido clorídrico.

ÁCIDOS: segundo Arrhenius, são espécies que, ao reagirem com a água, formam cátions hidrogênio (H1+) instáveis que se combinam com a água produzindo o hidrônio (H3O+1) e assim aumentam a sua concentração na água.

Ex:    HCl(g) + H2O(l)  => H3O1+(aq)  +  Cl1-(aq)  

ÁCIDO NA ÁGUA: o ácido sulfúrico é um líquido incolor, viscoso, oxidante (incorpora oxigênio em outras substâncias). Ao se diluir o ácido concentrado, não se deve adicionar água no ácido, porque o calor liberado vaporiza a água violentamente, à medida que esta vai sendo adicionada podendo este vapor queimar nosso rosto, mãos, etc... .
Deve-se adicionar cuidadosamente o ácido na água, nesta ordem obrigatoriamente, fazendo o mesmo escorrer lentamente pelas paredes do frasco.

ÁCIDO ACÉTICO (CH3COOH): nome oficial, ácido etanóico ou etanoato de hidrogênio. É um líquido claro, viscoso, de cheiro picante e solúvel em água. Quando resfriado abaixo de 16,7oC, sofre solidificação formando cristais brilhantes, incolores e transparentes com aspecto de gelo. Devido a este fato, o ácido acético, quando puro, recebe o nome de ácido acético glacial.
É utilizado na preparação de perfumes, corantes, acetona, seda artificial e do vinagre.

ÁCIDO ACETILSALICÍLICO: é um pó branco, cristalino, solúvel em álcool, éter e clorofórmio.  Pouco solúvel em água. Em doses maciças, tende a atacar a mucosa do estômago, também chamado de aspirina, medicamento antipirético e anti-reumático, de vasta aplicação no mundo ocidental.

ÁCIDO ADÍPICO (C6H10O4): uma das matérias-primas básicas para as cadeias de produção de poliamidas, poliuretanos base éster, plastificantes e intermediários químicos. Obtido através da oxidação do ciclohexanol. Tem aplicações em sistemas de poliuretanos, sínteses orgânicas, polímeros e fibras têxteis de poliamida, lubrificantes, plastificantes, adesivos, tintas e resinas, espumas flexíveis e rígidas, aplicações alimentares e de detergência.

ÁCIDO BÓRICO: ou borato de hidrogênio, qualquer ácido que contenha boro e oxigênio. Usado sem qualificação o termo aplica-se ao composto, H3BO3 que é também denominado ácido ortobórico ou, tecnicamente, ácido trioxobórico III. É um sólido branco ou incolor que é solúvel em água e etanol. Existe na natureza em vapor condensado na saída dos vulcões. Comercialmente, é produzido através do tratamento de minerais de borato, como quernita, Na2B4O7. 4H2O, com ácido sulfúrico, seguido de recristalização. O ácido bórico é usado na manufatura de vidro (vidro borosilicato), esmaltes, couro, papel, adesivos e explosivos. Devido às suas propriedades antissépticas moderadas é aproveitado na indústria farmacêutica e como conservante de alimentos. 

ÁCIDO BUTENODIÓICO: um dos dois isômeros com a fórmula HCOOHC=CHCOOH.
Ambos os compostos podem ser vistos como derivados do eteno no qual um átomo de hidrogênio em cada carbono foi substituído por um grupo carboxila (– COOH).

Os compostos apresentam isomerismo cis – trans. A forma trans é o ácido fumárico e a forma cis é o ácido maléico.

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