quinta-feira, 8 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS Sa => Se

SABÃO: uma substância obtida por fervura de gorduras animais com hidróxido de sódio, obtendo-se um semi sólido macio com ação de detergente. O hidróxido de potássio pode também ser usado dando origem a um produto mais líquido (sabão macio). Por extensão, também se chamam a outros sais de metal de ácidos gordos de cadeia longa, sabões.

SABÃO ABRASIVO: consistem em sabão adicionado de areia, sílica, pedra pomes em pó, pó de ardósia, serragem (serradura) ou produtos semelhantes. Todavia, apenas se incluem aqui os sabões deste tipo que se apresentem em barras, em pães, em pedaços ou figuras moldados.

SABÃO ANIDRO: forma de expressar a concentração dos sabões, não considerando o conteúdo livre de água ou qualquer outro ingrediente.

SABÃO DE BARBA: ou creme de barbear são feitos a base de hidróxido de potássio.

SABÃO DE CINZAS: no início da Era Cristã o considerado sábio romano Plínio, o Velho e autor da célebre História Natural, menciona a preparação de sabão a partir do cozimento do sebo de carneiro com cinzas de madeira e usado como agente de limpeza e higiene. O sebo é uma gordura animal e as cinzas é uma mistura onde podemos encontrar substâncias de caráter básico, matérias primas essenciais para a produção do sabão.

SABÃO DE GLICERINA: sabões translúcidos, resultantes do tratamento de sabão branco com álcool, glicerol ou açúcar.

SABÃO DE LIMPEZA DOMÉSTICA: podem ser corados ou perfumados, abrasivos ou desinfetantes.

SABÃO DE RESINA: de tall oil ou de naftenatos, que contêm não apenas sais alcalinos de ácidos graxos (gordos), como também resinatos alcalinos, ou naftenatos alcalinos.

SABÃO DE TOUCADOR: que são freqüentemente coloridos e perfumados e que compreendem: os sabões leves ou flutuantes, para banho, e os sabões desodorantes, bem como os sabões ditos de glicerina, os sabões de barba, os sabões medicinais e certos sabões desinfetantes ou abrasivos.

SABÃO DESINFETANTE: contêm, em pequenas quantidades, fenol, cresol, naftol, formaldeído ou outras substâncias bactericidas ou bacteriostáticas.

SABÃO DURO: o sabão obtido com hidróxido de sódio é chamado sabão duro porque é uma mistura de sais no estado sólido.

SABÃO EM PÓ: este produto de limpeza comercial incorpora alvejante, substância que tira a cor das manchas, enzimas, digerem a gordura orgânica de maneira análoga ao organismo humano, corantes fluorescentes, impregnam o tecido com substâncias que emitem luz quando iluminados pela luz solar e aromatizantes.

SABÃO INDUSTRIAL: preparados com vistas a usos especiais, tais como os que se empregam em trefilagem, polimerização de borracha sintética e lavanderia.

SABÃO LÍQUIDO: que consistem numa solução aquosa de sabão eventualmente adicionada de pequenas quantidades (que em geral não ultrapassam 5%) de álcool ou de glicerol, mas que não contêm produtos orgânicos tensoativos sintéticos.

SABÃO MEDICINAL: que contêm substâncias medicamentosas, tais como ácido bórico, ácido salicílico, enxofre e sulfamidas.

SABÃO MOLE: o sabão obtido com hidróxido de potássio é uma mistura de sais no estado líquido, então o nome sabão mole.

SABÃO NEUTRO: um sabão sem coadjuvantes, substancialmente isento de álcali livre.

SABOR: somos capazes de distinguir apenas cinco sabores: salgado, doce, amargo, azedo e umami.

SABOR AMARGO: é freqüentemente associado à presença de compostos orgânicos de nitrogênio conhecidos como alcalóides, freqüentes na angiospermas (plantas que produzem flores). A detecção de amargor é um sinal para evitar um alimento, o que se evidencia pela observação de que apenas em uns poucos casos, entre eles os do quinino e da cafeína, o sabor amargo é buscado como fonte de prazer, e mesmo assim só depois de algum treinamento

SABOR SALGADO: o sal é o cloreto de sódio (NaCl).
Os cátions sódio(Na1+) entram nas células receptoras via canais de sódio, causando uma despolarização, que se propaga pelo nervo aferente primário.

SABOR AZEDO: a espécie detectada é o íon H1+. Os cátions hidrogênio(H1+) bloqueiam a entrada dos canais de potássio (K1+). Estes canais são responsáveis por manter a célula num nível de hiperpolarização; o bloqueio destes canais causa uma despolarização, transmitida pelo nervo aferente primário.

SAL GROSSO: por que vacas comem sal grosso?
Os bovinos necessitam de sal grosso. A fonte principal do sal grosso é cátions sódio e ânons cloreto, dois elementos essenciais para a manutenção da vida.
É através do sal colocado no cocho que os animais aproveitam o ânion cloreto para fazer a digestão e mantém o equilíbrio entre o cátions potássio e o cátion sódio. O cátion sódio entra no mecanismo de regulação do sistema nervoso central do animal, além disso, regula o sistema ácido-básico para a eliminação dos nutrientes pelo rim ou pelas fezes. Junto com o sal grosso há a necessidade de colocar outros íons como os do fósforo, cálcio, cobre, zinco, cobalto, iodo e outros elementos minerais. Geralmente se faz um sal mineralizado no qual o sal grosso faz parte.

SAL IODADO: é uma mistura de sal de cozinha com iodeto de potássio(KI). Este composto quando em solução aquosa se dissocia em íons iodeto (I1-) que são essênciais para os hormônios tiroxina e triodoronina.
A falta de produção de hormônios na tireóide conduz ao hipotiroidismo de que resultam o bócio, ou “papo” e mixedema.

SAIS HIDRATADOS: são sais que possuem moléculas de água integradas ao seu arranjo cristalino.
As moléculas de água encontram-se em uma proporção determinada em relação à fórmula do sal. A essa proporção damos o nome de grau de hidratação.
Na fórmula de um sal hidratado, deve vir indicado o grau de hidratação.
Ex: CaCl2 .2H2O: cloreto de cálcio dihidratado.

SAIS MINERAIS: denominação genérica dada aos sais necessários ao organismo que se encontram nos alimentos e principalmente na água potável para compensar a perda destes sais através da excreção.
Os mais necessários são os sais de cálcio, magnésio, ferro, iodo, fósforo, sódio e potássio.

SAL ORGÂNICO: função orgânica que compreende compostos que apresentam um cátion substituindo hidrogênio do grupo carboxila. Tais compostos resultam da reação de ácidos carboxílicos com uma base.

SALEIRO ENTUPIDO: dizem os freqüentadores de bar que vai chover quando o saleiro entope. De fato, se o sal (cloreto de sódio) estiver impuro, misturado com outros cloretos (MgCl2 ou CaCl2) muito solúveis, estes absorvem a energia do ar úmido, resfriando-o e com isto condensando a água no estado vapor para água líquida, formando uma pasta, que causará entupimento.
SALGAÇÃO: consiste na adição de sal ao alimento, cobrindo-o completamente (em concentração elevada), diminuindo ou impedindo a decomposição do alimento, quer por autólise quer por ação de microrganismos.

Mas o que é que acontece neste processo?

O sal desidrata o alimento (retira a água da sua composição) por diferença de pressão osmótica – a água desloca-se do meio em que se encontra em maior concentração (no alimento) para fora – reduzindo a sua atividade. Assim, permite a sua conservação pois a água é uma enorme fonte de microrganismos.

SALINIDADE: concentração relativa de sais dissolvidos na água, geralmente expressa em termos equivalentes de cloreto de sódio em miligramas por litro - mg/L, ou partes por milhão - ppm.

SALITRE DO CHILE (NaNO3): um mineral comercial composto principalmente por “nitrato de sódio” dos depósitos de cascalho no Chile. Antes do processo de oxidação da amônia para nitratos, a maioria do salitre chileno era usado pela indústria química; hoje é usado principalmente na agricultura como fonte de nitrogênio.

SALIVA: quimicamente falando, é um fluído biológico com função tampão, neutralizando os ácidos presentes na boca, evitando o desenvolvimento de bactérias que formam a placa bacteriana. O pH normal da saliva varia entre 6,4 e 6,9 no intervalo das refeições e de 7,0 a 7,3  enquanto comemos.

SALMOURA: solução aquosa saturada de sal de cozinha, empregada na conservação de carnes, peixes, azeitonas e conservas em geral.

SALTO QUÂNTICO: ocorre quando um átomo absorve energia de uma fonte externa, alguns de seus elétrons ganham energia e saltam a um nível de energia maior, se afastando do núcleo atômico.

SAMÁRIO (Sm): um elemento metálico, macio e prateado que pertence aos lantanídeos. O metal é usado em ligas especiais para o fabrico de partes de reatores nucleares por ser um absorvente de nêutrons. O óxido de samário é usado em pequenas quantidades em vidros óticos especiais. O elemento é usado principalmente na liga ferromagnética, SmCO5, que produz magnetos permanentes cinco vezes mais fortes do que qualquer outro material.

SANGUE: o sangue é um produto líquido avermelhado constituído de 2 partes: uma líquida, ligeiramente alcalina, denominada plasma, constituída de cerca de 95% de água, encerrando, também, as proteínas (albumina, globulinas e a glicoproteína fibrinogênio), lipídios, glicídios, K, Na, Ca, bicarbonatos, aminoácidos, gases dissolvidos, vitaminas, protídios e hormônios. Outra, em suspensão, compondo-se de glóbulos vermelhos (também denominados de hemácias e eritrócitos), brancos (leucócitos) e plaquetas (pequenos elementos figurados do sangue originado no megacaviócito medular – célula gigante encontrada somente na medula óssea de onde, de seu citoplasma, formam as plaquetas sanguíneas).

SANGUE SINTÉTICO: já está em fase final de testes uma série de soluções que serão utilizadas como substitutos sintéticos para o sangue. Nenhum deles é, entretanto, exatamente eficaz. Surge um novo desafio para os químicos: preparar soluções que, além de mimetizar o comportamento do sangue humano, não tragam nenhum agravo ao nosso organismo. Já foram usados até hoje os seguintes materiais: soluções aquosas de PVP (polivinilpirrolidona), sistema emulsificante, com o auxílio de surfactantes, para solubilizar o PFCs(perfluorocarbonos) em água, uma terceira geração de substitutos do sangue baseados em hemoglobina, a idéia é se encapsular a proteína, tal como nos glóbulos vermelhos.

SANGUE DO DIABO: medir 6 mililitros de água e 1 mililitro de detergente com amoníaco. Adicione, com um conta-gotas, 2 a 3 gotas de fenolftaleína, que pode ser obtida ao misturar álcool com lacto purga em pó, que é um laxante. Colocar a solução num frasco de spray (do tipo desodorante). Ao expirar num tecido branco, ele fica imediatamente manchado de vermelho. Aos poucos a mancha desaparece porque o hidróxido de amônio é uma base instável e se decompõe no gás amônia e água. A reação química é:

NH4OH(aq) => NH3(g)  + H2O(l)

Atenção: não se pode lavar a peça de roupa, após o experimento, com sabão sem antes lavar (somente) com água. O sabão contém hidróxido de sódio (NaOH), um sólido que é básico, mas estável, não se decompõe facilmente e pode manchar a roupa!

SANIFICAÇÃO: tratamento destinado à redução das contagens microbianas em utensílios alimentares até níveis seguros de saúde pública.

SAPONÁCEO: composto formulado essencialmente à base de sabões e/ou detergentes, associados a abrasivos inorgânicos, apresentados na forma de pó, pasta, barra ou líquido ou esponja com a finalidade de limpar utensílios domésticos.

SAPONIFICAÇÃO: é uma reação química alcalina feita em laboratório, na qual uma molécula de éster é rompida para formar um álcool e um sal de ácido carboxílico.
O termo provém da hidrólise alcalina de gorduras que produz sabões (sais de potássio e sódio de ácidos carboxílicos de cadeia longa).

SAQUÊ: ou vinho de arroz, inicialmente o arroz deve ser transformado em açúcares fermentáveis com a ajuda do cogumelo Aspergillus oryzae. Esporos desse cogumelo são amassados com o arroz cozido no vapor e a mistura é incubada durante cinco ou seis dias a uma temperatura de 35oC para obter um produto chamado koji. Uma parte desse koji é misturada com arroz cozido no vapor e com uma levedura, produzindo o saquê. Tal cultura é uma cepa de Saccharomyces cerevisiae. Essa cultura inicial, chamada de moto, assegura em três semanas a fermentação quase total do arroz cozido.
O saquê contém até 20%, em volume, de álcool.

SATURADO: um composto orgânico que não contém ligações múltiplas (duplas e triplas) entre carbonos, somente ligações simples.

SAUNA A VAPOR: na sauna a vapor, a pressão do vapor d’água é muito grande (alta umidade relativa), o que impede um aumento da quantidade de vapor no local. Isto é, o fato de a atmosfera da sauna a vapor já estar saturada dificulta a evaporação do suor. Assim, sendo, uma pessoa na sauna a vapor sente calor, uma vez que o suor não evapora e dessa forma não resfria o corpo.

SAUNA SECA: na sauna seca, o ambiente tem baixa umidade relativa, podendo comportar grandes quantidades de vapor d’água. Assim, ao suarmos nesse ambiente, o suor evapora, retirando calor do corpo e dando a impressão de que o ambiente esta menos quente do que o da sauna a vapor.

SEABORGIO (Sg): número atômico igual a 106 e massa atômica 263.

SEBO: denominação dada à mistura de estearina e oleína. É uma gordura extraída das viceras abdominais de certos animais. Tem emprego na fabricação de sabão e velas.

SEDA: é elaborada pelo bicho da seda, sendo uma fibra têxtil natural composta por proteínas (polímero natural formado a partir de monomeros chamados aminoácidos). Possui excelente qualidade, como maciez, beleza e resistência. Contudo, são materiais caros, em virtude da lenta “fabricação” natural.

SEDIMENTAÇÃO: deposição de material sob forma sólida em condições físico-químicas normais da superfície terrestre. O material pode ser de origem inorgânica, proveniente da destruíção de rochas pré-existentes ou de origem orgânica, por processos biológicos.

SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA: a entropia do universo aumenta em um processo espontâneo e permanece constante em um processo em equilíbrio.

SEGURANÇA EM LABORATÓRIO: cuidados e técnicas que tem a finalidade de evitar acidentes com a manipulação de produtos químicos. O profissional tem que saber identificar os meios de proteção pessoal; conhecer os equipamentos de emergência em laboratórios; saber distinguir os símbolos de emergência; adquirir conhecimentos sobre embalagem, rotulagem, manuseamento e armazenagem de produtos químicos ou bioló-gicos; conhecer a toxicidade associada aos agentes químicos e biológicos; saber fazer a correta separação de resíduos.

SELÊNIO (Se): seu nome (do grego Seléne, “Lua”). Um semi metal que pertence ao grupo 16 (calcogênios) da tabela periódica.O elemento é um semicondutor: o seu alótropo cinzento é sensível à luz e é usado em células fotoelétricas, xerografia e aplicações similares.

SEMI METAIS: são também chamados de metalóides. Qualquer elemento de uma classe de elementos químicos com propriedades intermediárias entre metais e não metais. A classificação não está bem definida mas o boro, silício, gêrmanio, arsênio, antimônio e telúrio são semi metais típicos. São semi condutores elétricos e os seus óxidos são anfotéricos. É consenso da maioria dos químicos no mundo que esta classificação não vale mais, sendo que cada elemento tem suas propriedades específicas, que podem variar dependendo do estado de oxidação. Alguns do lado esquerdo da tabela podem em alguns estados de oxidação, ter propriedades menos metálicas, enquanto uns do lado direito, em certos estados de oxidação, tem comportamento metálico (como o hidrogênio quando perto de sua temperatura de congelamento).

SEMI REAÇÃO: reação que mostra explicitamente os elétrons implicados na oxidação ou na redução.

SENSORES DE pH: são instrumentos com a finalidade de determinar o pH de soluções, chamados peagâmetro (pH metro). Ele faz uso de um dispositivo sensorial especial chamado eletrodo de vidro, que responde à concentração de íons H3O1+.

SEPARAÇÃO DE MISTURAS: na natureza, raramente encontramos substâncias puras. Em função disso, é necessário utilizarmos métodos de separação se quisermos obter uma determinada substância. Para a separação dos componentes de uma mistura. Ou seja, para a obtenção separada de cada uma das suas substâncias puras que deram origem à mistura, utilizamos um conjunto de processos físicos denominados análise imediata. Esses processos não alteram a composição das substâncias que formam uma dada mistura.

SEPARAÇÃO MAGNÉTICA: trata-se de um método de separação específico das misturas com um componente ferromagnético como o cobalto(Co), o níquel(Ni) e, principalmente, o ferro(Fe). 
Campos magnéticos são aplicados à mistura para reter as suas partículas ou para desviar a sua queda.
É utilizado para separar as partes metálicas a base de ferro(Fe), cobalto(Co) e níquel(Ni) dos objetos que serão reciclados.

SEQUESTRANTE: composto químico que em solução aquosa combina com certos íons metálicos formando compostos solúveis onde o íon é substancialmente inativado.

SERICICULTURA: a história da seda remonta a mais de quatro milênios e meio atrás. Reza a lenda que, por volta de 2640 a.C. a princesa Hsiling-chih principal concubina do imperador chinês Huangti, descobriu que podia desenrolar um delicado fio de seda do casulo de um inseto que caíra em seu chá. Quer a história seja um mito ou não, o fato é que a produção de seda começou na China com o cultivo do bicho-da-seda, Bombyz mori, uma pequena larva cinzenta que se alimenta unicamente das folhas da amoreira-branca, Morus alba. O processo de produção da seda é chamado de sericicultura.

SÉRIE DE REATIVIDADE: também chamada série eletromotriz. A série mostra a ordem em que os metais se substituem uns pelos outros nos seus sais.

SÉRIE HETERÓLOGA: uma série de compostos orgânicos de funções químicas diferentes com o mesmo número de átomos de carbono. 
Ex: etano; etanol; ácido etanóico.

SÉRIE HOMÓLOGA: um conjunto de compostos orgânicos que pode ser ordenado de modo que a diferença entre dois consecutivos seja de apenas um grupo CH2.
Ex: metano; etano; propano.

SÉRIE ISÓLOGA: um conjunto de compostos orgânicos que pode ser ordenado de modo que a diferença entre dois consecutivos seja de apenas 2 átomos de hidrogênio. Ex: etano; eteno; etino.

SÉRIE RADIOATIVA: é uma série de elementos formada pelos sucessivos decaimentos de um elemento em outro.

SESQUI: um prefixo que indica a razão 2:3 num composto químico. Por exemplo, um sesquióxido tem a fórmula M2O3. No caso do sesquióxido de ferro, sua fórmula é Fe2O3. Outros nomes: trióxido de diferro, óxido de ferro III ou óxido férrico.

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