quinta-feira, 8 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS Na => Ne

NAFTA: produto da destilação fracionada dos petróleos, que ferve entre 50ºC e 60ºC.

NAFTALINA: forma impura do naftaleno, um sólido branco, de odor característico e que sofre sublimação, de fórmula C10H8, O naftaleno é um hidrocarboneto constituído por dois núcleos benzênicos condensados, existente no alcatrão da hulha em proporção de até 3%.

NAILON: primeira fibra têxtil sintética produzida, o náilon continua, até hoje, entre as mais importantes. A partir de fios desse polímero fabricam-se o velcro e os tecidos usados em meias femininas, roupas intimas, maiôs e biquínis. O náilon consiste, também, no mais conhecido representante de uma categoria de materiais chamados poliamidas, que apresentam ótima resistência ao desgaste e ao tracionamento. Esta última propriedade é facilmente percebida quando tentamos arrebentar com as mãos uma linha de pesca fabricada com náilon. Em sua estrutura ocorre a repetição de um agrupamento característico de átomos, chamado grupo amida e daí, o fato de serem denominados poliamidas. O náilon e as demais poliamidas podem também ser moldados sob outras formas, além de fios, possibilitando a confecção de objetos como parafusos, engrenagens e pulseiras para relógios.  

NANOCRISTAIS: ou pontos quânticos. Os nomes parecem fantasiosos, mas estamos falando de pequeníssimos cristais medindo até 10 nanômetros, se é possível imaginar que 1 nanômetro equivale a uma parte em 1 bilhão de partes do metro. As propriedades ópticas dês-ses pontos quânticos permitem um leque de aplicações na óptoeletrônica, na captação de energia solar ou na marcação de células doentes do corpo humano, para ficar em poucos dentre diversos exemplos.

NANO: é um prefixo usado nas ciências para designar uma parte em um bilhão.

NANOCATALISADORES: são catalisadores na dimensão nanométrica, muito eficientes, por que o processo de catálise é fortemente dependente dos átomos que estão na superfície do material.

NANOCIÊNCIAS: como designação genérica pode, então, ser aplicada a uma série de materiais, processos e métodos que sejam estudados e manipulados nessa dimensão. Históricamente, uma primeira motivação para as nanociências foi, talvez, o desenvolvimento de dispositivos de dimensões muito pequenas, visando a aumentar a capacidade para o processamento de
informações em sistemas mais compactos e com maior economia de energia. No entanto ao longo dessa trajetória de compactação, aprendeu-se que existem novas e incomuns propriedades físicas, químicas e biológicas, ausentes para os mesmos materiais ou processos quando de tamanho microscópico ou macroscópico. Enquanto a nanociências busca estudar e entender as causas dessas novas propriedades, as denominadas nanotecnologias desenvolvem crescentemente artefatos e técnicas para vários tipos de aplicações.

NANÔMETRO: um nanômetro corresponde a bilionésima parte do metro (1nm=10-9m)..” Só para comparar, um fio de cabelo tem em média a espessura de 50 mil nanômetros”.

NANOTECNOLOGIA: há uma revolução tecnológica à vista. Dois mil e 500 anos depois de os gregos terem levantado a hipótese de que todas as coisas são feitas de partículas fundamentais, indivisíveis - os átomos -, o homem começa agora a fazer “coisas” com essas partículas. A nanotecnologia é a engenharia de materiais em escala de átomos e moléculas. Mais uma vez são os gregos que dão o nome a uma ciência moderna.
“O prefixo grego nano significa anão”, explica o físico Cylon Gonçalves da Silva, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e divulgador da nanotecnologia. “Ele se refere a uma medida, o nanômetro, que equivale a um bilionésimo de metro. É nessa escala que se medem átomos e moléculas.” Só para comparar, um fio de cabelo tem a espessura de 50 mil nanômetros. A humanidade já desfruta de seus resultados, como os microprocessadores, o laser dos aparelhos de som, vidros autolimpantes; uma película de material ativo com 40 nanômetros aplicada sobre o vidro que reage com a água, eliminando a sujeira com a chuva, removedor de odor de banheiro usa nanopartículas de ouro como elemento ativo e cremes hidratantes com nanopartículas de ouro, não são caros porque a quantidade de ouro é muito pequena. Até mesmo o Brasil, como raras vezes aconteceu em sua história, poderá embarcar nesse bonde com os países desenvolvidos. A nanotecnologia é a engenharia de materiais em escala de átomos e moléculas. Mais uma vez são os gregos que dão o nome a uma ciência moderna.

NAPALM: o napalm foi inventado, em 1942, por pesquisadores da Harvard University [liderados pelo químico norte-americano Louis Frederick Fieser (1899-1977)] em conjunto com o U. S. Army Chemical Warfare Service (“Serviço de Guerra Química do Exército Americano”), ga-nhando uma competição com os químicos das indústrias Du Pont e Standard Oil, competição essa que fora estimulada pelo Governo Americano. Fieser e seus colaboradores misturaram alumínio,

naftalina (“naphthalene”), palmitato [“palmitate”: um composto de ácidos orgânicos (ácidos carboxílicos), naftênico e palmítico, com palmitrato de sódio], com gasolina. Desse modo, eles produziram uma substância altamente inflamável e que queimava lentamente, ou seja, uma “gasolina comprimida” ou “gasolina gelatinosa”. Com isso, essa gasolina poderia ser lançada muito mais longe do que a própria gasolina, funcionando como uma verdadeira “bomba incendiária”, pois sua temperatura atingia valores de dezenas de graus Celsius.

NÃO ELETRÓLITO: substância que, quando dissolvida em água, produz uma solução não condutora de eletricidade.

NÃO METAIS: elementos que em geral são maus condutores de calor e de eletricidade. São quebradiços, podendo se apresentar nos estados sólidos, líquidos ou gasosos.

NARCOSE: estupor ou perda de consciência causado por exposição a uma substância química.

NATA: ou creme de leite, é uma emulsão que se forma naturalmente na superfície do leite, quando as gotículas de matéria gorda se reúnem – diz-se que elas floculam e sobem à superfície por serem mais leves que a água. O creme de leite que compramos na padaria, ou no supermercado, geralmente foi semeado de microorganismos que o estabilizam, mas que lhe dão uma acidez que o produto retirado da superfície do leite não possui.

NEBLINA: ou “fog” neblina é a condensação de vapor de água em gotículas formando massas semelhantes a nuvens próximo ao solo.

NEGRO DE FUMO: carbono em dispersão muito fina, obtido por combustão incompleta de gás natural (do petróleo). Muito empregado na indústria, principalmente da borracha, como carga reforçadora e como pigmento preto.

NEODÍMIO (Nd): um elemento metálico, prateado e macio que pertence aos lantanídeos. O metal é usado para colorir vidro violeta-púrpura e para o tornar dicróico. É também usado em ligas de lantanídeos com 18% de neodímio.

NEÔNIO (Ne): um elemento incolor e gasoso que pertence ao grupo 18 da tabela periódica, considerado um gás  nobre. O neônio existe no ar (0,0018% por volume) e é obtido por destilação fracionada. É usado em tubos de descarga de lâmpadas de neon, que têm um brilho vermelho característico.

NEOPRENE (H2C = C(Cl) CH2CH3)n: uma borracha sintética obtida por polimerização, do composto 2clorobutadieno1,2. O neoprene é frequentemente usado em vez da borracha natural em aplicações que requeiram resistência a ataques químicos.

NEPTÚNIO (Np): um elemento transurânico, metá-lico e radioativo que pertence aos actinídeos. Um dos isótopos é produzido em pequenas quantidades como produto intermediário em reatores nucleares.

NEUTRON: partícula subatômica que não tem carga elétrica. Sua massa é ligeiramente maior que a do próton. Descoberto em 1932, por James Chadwick, foi produzida como conseqüência do bombardeamento de berílio com partículas alfa.

NEUTRON, CARGA E MASSA: a partícula tem carga zero e massa igual a 
1,675 .10-24gramas.

NEVE: quando a temperatura do ar saturado de umidade é muito baixa, pode ocorrer a sublimação e a precipitação de minúsculos cristais de gelo, o que constitui a neve.

NÉVOA SECA: é um fenômeno associado à poluição, comum no Sul do Brasil e da América do Sul, sobre o Oceano Atlântico, nos meses de inverno (principalmente em agosto. Quando ela ocorre, a atmosfera fica com um espesso nevoeiro que não contém aerossóis (pequenas partículas, líquidas ou gasosas, dispersas num meio gasoso). Por não conter partículas líquidas, esse tipo de nevoeiro é chamado de névoa seca. Sua natureza físico-química ainda não foi perfeitamente estudada, mas entre seus efeitos comprovados está a diminuição da visibilidade, que representa um risco para a aviação. Como a névoa seca coincide com a época das queimadas de pastagens e campos, supõe-se que ela provenha da presença de material particulado, composto de sólidos ou líquidos dispersos em gases, que ficam suspensos no ar. Com a chegada das chuvas de setembro, a névoa desaparece, o céu readquire o tom azul e a visibilidade normaliza-se.

NEVOEIRO: também chamado de névoa, é constituído de gotículas microscópicas de água presentes na atmosfera, próximo à superfície terrestre. Sua formação depende da temperatura, da umidade do ar (pressão de vapor) e da quantidade de partículas existentes no ar.

NEWTON (N): unidade de força no sistema internacional (SI).


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