quinta-feira, 8 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS La => Ld

LABORATÓRIO: local destinado a experiências. O laboratório de química destina-se ao controle, à pesquisa e ao ensino de operações químicas. Laboratório de controle visa acompanhar as instalações industriais das fábricas e deve estar no mais íntimo contato possível com as mesmas, a fim de que seus resultados possam aplicar-se de plena forma à produção. Laboratório de pesquisa sempre que possível deverá ser instalado em local tranqüilo e ao mesmo tempo bem suprido de livros, revistas, instrumentos e produtos químicos. Laboratórios de ensino tem características próprias, onde se visa agrupar número considerável de operadores em torno de experiências repetidas. É o tipo de laboratório que costuma existir nas universidades e nas escolas técnicas. De maneira geral o laboratório é o local onde se testam as teorias químicas, é o setor indispensável à organização e ao desenvolvimento da indústria química, é a célula principal de todo o organismo químico.

LACAS: o termo laca tem um conteúdo pouco determinado. Refere-se a uma composição de recobrimento baseada num material sintético, termoplástico, formador de película, dissolvido em solventes orgânicos, que seca, primordialmente, pela evaporação do solvente.

LACTEO: são produtos derivados do leite.

LACTOSE: é o açúcar encontrado no leite, sendo constituído por uma molécula de glucose ligada a uma molécula de galactose. A lactose é produzida pela glândula mamária e ocorre apenas no leite.

LÃ DE VIDRO: vidro obtido na forma de finas fibras, através de centrifugação, que se usa em laboratório como meio de filtração de produtos corrosivos ao papel e na indústria como isolante térmico, agora em boa parte substituído pelos plásticos expandidos (poliestireno, poliuretanos). Empregado também na obtenção de fios
e tecidos de vidro.

LAMINADO: camadas finas de plástico e outros materiais unidas. Quando camadas finas de materiais como plástico e madeira são coladas, podem ser muito resistentes. Se camadas de vidro são coladas com plástico transparente, formam um laminado forte; parabrisas de carros podem ser feitos desse vidro laminado. Há materiais leves, muito fortes, feitos de muitas camadas de diferentes materiais, especialmente plásticos reforçados. Podem ser fácilmente moldados em formatos curvos. 

LÂMPADA DE “LUZ NEGRA”: são lâmpadas de descarga elétrica cujo processo inicial produz luz branca com grande quantidade de ultravioleta. Tais lâmpadas são envoltas por bulbos de vidro transparente, azulados, conhecidos como “máscara”, que são pintados internamente com “tinta preta” (pigmento azul bem escuro e cola). Quando a luz incide no bulbo da lâmpada, estes pigmentos da “tinta preta” absorvem a maior parte da luz incidente, deixando passar apenas uma certa quantidade de ultravioleta. Ao passar da tinta para o vidro do bulbo, grande quantidade do ultravioleta, ao interagir com os pigmentos que colorem o vidro e com o próprio vidro, se transforma em violeta numa região do espectro muito próxima do ultravioleta (invisível). Como resultado do processo, temos uma lâmpada que emite luz violeta com uma pequena quantidade de ultravioleta. A luz violeta faz com que o ambiente se torne escuro e o ultravioleta provoca um efeito especial, chamado “fluorescência”, em al-guns materiais de cor branca. Por essa razão, sob iluminação de “luz negra” vemos brilhantes as roupas brancas, os botões perolados, o “branco do olho”, os dentes ( com exceção dos de porcelana).

LÂMPADA DE NEON: consiste em um tubo de descarga com gás neônio e dois eletrodos dentro, como uma lâmpada fluorescente. Quando uma corrente elétrica cruza os eletrodos, o gás brilha em vermelho.

LÂMPADA DE XENON: é um avanço no campo de iluminação. Essas lâmpadas substituem o clássico filamento por um arco elétrico que se incandesce dentro da cápsula com gás Xenon. Com uma duração cinco vezes maior que as incandescentes halógenas, uma distribuição de luz mais homogênea, maior fluxo luminoso, menor consumo elétrico e menor emissão de calor. Esse sistema, também conhecido como HID (High Intensity Descharge).

LÂMPADA INCANDESCENTE: o filamento de uma lâmpada incandescente é feito com o metal tungstênio(W). Seu ponto de fusão é muito elevado (3400oC) e não sublima facilmente (a sua tensão de vapor é muito baixa).
A sublimação limita a duração de uma lâmpada.

LÂMPADA FLUORESCENTE: tem seu funcionamento baseado na descarga elétrica em gases a baixa pressão. Como a tensão é alternada e, apesar da variação da intensidade luminosa não ser diretamente perceptível, poderia  causar problemas visuais; para evitar isto é aplicado um revestimento fluorescente na superfície interna do tubo que torna a intensidade luminosa constante. O ar é evacuado dos tubos e enche-se este com Argônio (Ar) a baixa pressão (4% da pressão atmosférica), acrescentando uma gota de mercúrio cuja emissão ultravioleta estimula adequadamente o revestimento fluorescente. Os eletrodos laterais do tubo tem um outro revestimento, geralmente uma camada de óxido de bário ou de cálcio, que favorece a emissão dos elétrons durante a descarga.

LÂMPADA HALÓGENA: de vida útil muito longa e eficiência constante geralmente apresentam em seu bulbo uma certa quantia de iodo. Em operação, o iodo sublima e se recombina com o tungstênio que sublimou do filamento e se depositou dentro do bulbo da lâmpada. O iodeto de tungstênio (WI6) assim formado difunde-se para o filamento quente onde se decompõe, redepositando o tungstênio sobre o filamento.
A constante substituição do filamento, assim realizada, permite que ela seja operada à uma temperatura muito alta com uma alta emissão por radiação. Pelo fato do bulbo da lâmpada dever suportar a ação química do vapor quente de iodo e as altas temperaturas, ele é feito de quartzo. Assim, tais lâmpadas são frequentemente chamadas de iodo-quartzo. Tais lâmpadas são extremamente compactas: uma lâmpada de 1Kw de potência apresenta um filamento com cerca de 1cm de comprimento. Apresenta as seguintes vantagens sobre a lâmpada incandescente comum: vida mais longa, ausência de enegrecimento do tubo, alta eficiência luminosa excelente reprodução de cores e reduzidas dimensões. Pode ser utilizada em interiores nos mesmos locais que a lâmpada comum. Em iluminação externa, pode ser utilizada desde que protegida por luminária, as lâmpadas de quartzo são usadas em estádios de futebol, iluminação de proteção em áreas de carga e descarga de mercadorias.

LÂMPADAS LED: o design mais parecido com as lampadas incandescentes.
O LED é um componente eletrônico semicondutor, ou seja, um diodo emissor de luz ( L.E.D = Light Emitter Diode ), mesma tecnologia utilizada nos chips dos computadores, que tem a propriedade de transformar energia elétrica em energia luminosa(luz). 
Tal transformação é diferente da encontrada nas lâmpadas convencionais que utilizam filamentos metálicos, radiação ultravioleta e descarga de gases, dentre outras. 
Nos LEDs, a transformação de energia elétrica em energia luminosa é feita na matéria, sendo, por isso, chamada de Estado sólido ( Solid State ).
O LED é um componente do tipo bipolar, ou seja, tem um terminal chamado anodo e outro, chamado catodo. 
Dependendo de como for polarizado, permite ou não a passagem de corrente elétrica e, consequentemente, a geração ou não de luz.

LANOLINA: uma emulsão de gordura de lã purificada em água, contendo colesterol e determinados álcoois, terpenos e ésteres. É usada em cosméticos.

LANTANÍDEOS: ou terras raras, é uma série de elementos na tabela periódica que se considera do lântanio (Z = 57) ao lutécio (Z = 71) inclusive. Todos são metais prateados muito reativos.
LANTÂNIO (La): um elemento metálico prateado pertencente a série dos lantanídeos. O seu principal minério é a bastenaesite. Como o metal é pirofórico, é usado em ligas para pedra de isqueiro e o óxido de lântanio em alguns vidros óticos. O maior uso do lantânio no entanto, é como catalisador na transformação de óleo cru nos seus derivados.

LÁPIS: mistura de grafite e argila em proporções variáveis, de acordo com o grau de dureza que se pretende obter.

LARANJA: acelera a cicatrização, combate a arte-riosclerose e baixa o colesterol. Aumenta o poder de resistência às infecções por ser rica em Vitamina C e sais minerais. A laranja favorece a digestão e o bagaço ajuda a soltar o intestino.
Cada 100 gramas contem 43,0 quilocalorias, 9,90 gramas de glicídios, 0,60 gramas de proteína e 0,10 gramas de lipídio.

LASER: a sigla ‘laser’ significa, em inglês, amplificação da luz por emissão estimulada de radiação. Trata-se de um dispositivo que amplifica feixes de luz, gerando raios intensos. É uma forma inovadora de luz, já que produz um tipo de radiação bem diferente da lâmpada normal: todos os feixes gerados são iguais – têm a mesma frequência, direção e tamanho.
Essa característica única confere precisão aos intensos raios de luz emitidos pelo laser, que, além de serem bem direcionados e monocromáticos, contêm grandes quantidades de energia em um só ponto. Por isso, essa fonte de luz é aplicável às mais diversas áreas de pesquisa e está muito presente no nosso cotidiano. Podemos encontrá-la, por exemplo, nos já mencionados leitores de códigos de barra (em supermercados, bancos, entre outros locais), em reprodutores de CDs e DVDs que usam o laser como semicondutor ou em cabos de fibra ótica para transporte de dados.

LATAS DE CONSERVA: na maior parte das vezes, as latas de conserva são revestidas por uma película de estanho. Pode-se observar isso quando abrir uma lata de atum. O estanho pode ser utilizado na indústria alimentar porque não é tóxico. Além disso, o estanho não sofre facilmente corrosão e tem a propriedade de formar um filme uniforme depositado na superfície da lata de aço.

LATA DE DESODORANTE: o desodorante é armazenado a altas pressões no interior da lata. Quando a lata é utilizada verifica-se uma acentuada descida de temperatura junto ao difusor. Isso é devido à dilatação brusca do líquido pressurizado no interior da lata.

LATÃO: nome genérico das ligas cujos principais constituintes são cobre e zinco; com uma menor proporção de zinco apresenta cor amarelada semelhante a do ouro;
a sua resistência e ductilidade torna-o fácil de ser trabalhado, tendo aplicação na fabricação de alfinetes, arames e parafusos. Usado na forma de banho eletrolítico para recobrir o ferro, tornando-o menos suscetível a corrosão.

LAURÊNCIO (Lr): número atômico 103 e massa atômica 257. Um elemento transurânico, metálico e radioativo que pertence ao grupo dos actíneos.

LAURIL SULFATO DE SÓDIO: nome oficial: mono dodecil sulfato de sódio, de fórmula:
CH3 (CH2)10 – CH2 - O - (SO3 )- Na+
são  pequenos cristais brancos ou amarelados com leve odor característico. Solúvel em dez partes de água, formando uma solução ligeiramente opalescente.
Parcialmente solúvel em álcool e quase insolúvel em clorofórmio e em éter. Usado como tensoativo nos produtos de limpeza doméstico.

LAURIL ÉTER SULFATO DE SÓDIO: obtido através da reação de álcoois graxos etoxilados (álcool graxo + óxido de eteno) com agentes sulfatantes como o SO3. O lauril éter sulfato de sódio apresenta uma baixa capacidade de remoção da gordura de constituição da pele.
A associação entre o Lauril Éter Sulfato de Sódio e o Linear dodecil benzeno sulfonato de sódio, acarreta numa melhoria do poder de espessamento, diminuição da irritabilidade dérmica e melhoria da performance de
limpeza. Possui também, uma grande resposta a eletrólitos e uma alta reserva de viscosidade. Sendo de origem agrícola as suas principais matérias-primas, os derivados do lauril éter sulfato atendem aos requisitos de desenvolvimento sustentável e por serem, também facilmente biodegradáveis, atende aos conceitos de qualidade ambiental.

LAVOISIER, ANTOINE: químico francês (1743 - 1794). Lavoisier mostrou que o ar não é um elemento, mas uma mistura de gases e também que a água é um composto de hidrogênio e oxigênio. Ele iniciou o sistema de nomeação de compostos e deu nome a muitos elementos. Lavoisier também explicou que a combustão é uma reação com o oxigênio do ar.

LECITINA: fosfatídos que ocorrem, por exemplo, no ovo, em grande quantidade e que por hidrólise produzem colina. São constituídos pela esterificação entre uma molécula de glicerol ou propan-1,2,3-triol, com duas moléculas de ácido graxo, uma molécula de ácido fosfórico e uma molécula de colina.

LED: é a sigla em inglês para Light Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz. O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando energizado emite luz visível.
A luz é monocromática e é produzida pelas interações energéticas do elétron. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte elétrica de energia é chamado eletroluminescência. A luz emitida é monocromática, sendo a cor, portanto, dependente do cristal e da impureza de dopagem com que o componente é fabricado. O led que utiliza o arsenieto de gálio emite radiações infravermelhas. Dopando-se com fósforo, a emissão pode ser vermelha ou amarela, de acordo com a concentração. Utilizando-se fosfeto de gálio com dopagem de nitrogênio, a luz emitida pode ser verde ou amarela. Hoje em dia, com o uso de outros materiais, consegue-se fabricar leds que emitem luz azul, violeta e até ultravioleta. Existem também os leds brancos, mas esses são geralmente leds emissores de cor azul, revestidos com uma camada de fósforo do mesmo tipo usado nas lâmpadas fluorescentes, que absorve a luz azul e emite a luz branca. Com o barateamento do preço, seu alto rendimento e sua grande durabilidade, esses leds tornam-se ótimos substitutos para as lâmpadas comuns, e devem substituí-las a médio ou longo prazo. Existem também os leds brancos chamados RGB (mais caros), e que são formados por três “chips”, um vermelho (R de red), um verde (G de green) e um azul (B de blue). Uma variação dos leds RGB são leds com um microcontrolador integrado, o que permite que se obtenha um verdadeiro show de luzes utilizando apenas um led. Geralmente, os leds são utilizados em substituição às lâmpadas de sinalização ou lâmpadas pilotos nos painéis dos instrumentos e aparelhos diversos.

LEI: enunciado conciso, verbal ou matemático de uma relação entre fenômenos que é sempre igual, quando consideramos as mesmas condições.

LEI APERIÓDICA: são as leis ou propriedades que somente crescem ou decrescem com o aumento do número atômico dos elementos. Ex: massa atômica e calor específico.

LEI DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA: a quantidade total de energia do universo é constante.

LEI DA DIFUSÃO DE GRAHAM: nas mesmas condições de temperatura e pressão, as velocidades de difusão das substâncias gasosas são inversamente proporcionais às raízes quadradas das suas massas molares.

LEI DAS PROPORÇÕES DEFINIDAS: amostras diferentes do mesmo composto contém sempre seus elementos constituintes nas mesmas proporções em massa.

LEI DAS PROPORÇÕES MÚLTIPLAS: se dois elementos podem se combinar para formar mais de um tipo de compostos, as massas de um dos elementos que se combinam com uma massa fixa do outro elemento estão numa relação de números inteiros e pequenos.

LEI DAS TRÍADES: estabelecida em 1829 pelo químico alemão Johann W. Dobereiner foi a primeira precursora da classificação periódica de Meyer e Mendeleiev.
Esta lei mostra a semelhança que há entre grupos de elementos alinhados três a três, donde se originou o nome de tríade. Tinha o inconveniente de formar um número limitado de tríades, permanecendo inúmeros elementos isolados.


LEI DE AVOGADRO:  à pressão e temperatura constante, o volume de um gás é diretamente proporcional ao número de moles de gás presente.

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