segunda-feira, 5 de maio de 2014

TERMOS - LETRAS As => Az

EM TESTES PARA FUTURA CORREÇÃO E PUBLICAÇÃO

ASBESTO: ver amianto

ASCAREL: é um termo genérico para designar um grupo de hidrocarbonetos clorados sintéticos resistentes ao fogo, usados como isolantes elétricos líquidos. É um óleo lubrificante que serve para resfriar equipamentos elétricos e evitar curto-circuitos. É usado internamente nos aparelhos. Altamente tóxico, pode causar câncer, lesões na pele, alterações no psíquico, nos dentes, nos rins, na líbido e mal formações congênitas.

ASFALTO: é uma matéria orgânica natural a base de hidrocarbonetos que amolece com o calor. É um material plástico de cor preta. A sua utilidade é muito antiga, pois três mil anos antes de Cristo era utilizada para a impermeabilização de vales artificiais e condutos de água.

ASFIXIANTE: uma substância química (gás ou vapor) que pode causar morte ou perda da consciência por sufoco. Asfixiantes simples como o nitrogênio, usam ou deslocam o oxigênio do ar. Eles se tornam especialmente perigosos em ambientes confinados ou fechados. Asfixiantes químicos, co-mo o monóxido de carbono (CO) e o sulfeto de hidrogênio (H2S) interferem com a capacidade do organismo de absorver ou transportar oxigênio para os tecidos.

ASPARTAME: ou aspartilfenilalanina, foi descoberto em 1965. Ao contrário dos anteriores, o aspartame tem um certo valor (irrisório) calórico. Mas, como é cerca de 150 vezes mais doce do que a sacarose, a quantidade utilizada em um prato é muito pequena e, por consequência, não causa nenhuma contribuição nutricional. É, atualmente, o adoçante preferido pelos fabricantes de refrigerantes e outros produtos alimentícios. É totalmente contra-indicado aos que sofrem de uma doença rara: os fenilcetonúricos(por isso, “Coca-Light”, existe um aviso a respeito). Dissocia-se no calor, liberando a fenilalanina, amarga.

ASPIRINA: sabia-se, antes da época de Hipócra-tes, em 400 a.C, que a febre podia ser baixada mastigando-se a casca do salgueiro. Seu agente ativo foi identificado em 1827 como sendo o com-posto  aromático salicilina, que podia ser convertido por reação com água (hidrólise) em álcool salicílico, e que era, então, oxidado para formar o ácido sali-cílico. O ácido mais efetivo do que a salicílina na redução de febres e tem ações analgésica e antiinflamatória. Infelizmente, descobriu-se também que ele é muito corrosivo para as paredes do estômago e não pode ser usado diariamente. A conversão do grupo fenol (-OH ) em um éster acetato, no entanto, dá o ácido acetilsalicílico, que é tão potente quando o ácido salicílico, porém menos corrosivo para o estômago.

ASSIMETRIA MOLECULAR: ocorre quando mo léculas não possuem centro, eixo ou plano de sime-tria. São opticamente ativas, desviando o plano da luz polarizada para a direita (dextrógiro) ou para a esquerda (levógiro). São substâncias orgânicas ou inorgânicas que tem ou não carbono assimétrico.

ASTATO (At): é um elemento do grupo dos halogênios e radioativo. Ocorre na natureza por decaimento natural dos isótopos de urânio e de tório. É mais metálico que o iodo e conhecem-se pelo menos cinco estados de oxidação em soluções aquosas.

ASTROBIOLOGIA: ou Exobiologia é a ciência que trata da questão de se existe ou não vida no espaço, e se isto ocorre, então qual é a sua origem, distribuição e evolução. Este é o campo científico que estuda a hipotética biologia, bioquímica e formas de vida em mundos diferentes da Terra.

ASTROLÁBIO: um dos mais antigos instrumentos astronômicos, conhecido há mais de 2000 anos, e que é usado para resolver, entre outros, problemas relativos à posição do Sol e das estrelas no céu. O astrolábio é um instrumento usado para determinar a altitude de objetos celeste. Seu primeiro uso foi por volta de 200 A.C. pelos astronômos na antiga Grécia. Como instrumento de navegação o astrolábio foi substituído pelo sextante.

ATENUADOR DE ESPUMA: é a substância que impede a formação de espuma ou reduz consideravelmente a sua persistência.

ATMOSFERA: é a camada de gases que envolve a Terra como um manto protetor e estende-se, no espaço, até vários milhares de quilômetros. A atmosfera terrestre exerce uma pressão equivalente ao peso de uma coluna de mercúrio de 76cm ou 760mm de altura sobre a superfície de 1cm2. Essa unidade chamada atmosfera (atm) é equivalente a 101325 Pascals ( Pa ou N.kg/m2).

ATOMICIDADE: é o número de átomos numa dada molécula. Por exemplo, o oxigênio (O2) tem uma atomicidade 2, o ozônio (O3) tem  uma atomicidade 3, o benzeno (C6H6) tem uma atomicidade 12.

ÁTOMO: é o conjunto que se representa classicamente sob a forma de um núcleo em torno do qual gravitam elétrons. O núcleo é constituído de prótons, partículas de carga elétrica positiva e de neutrons. Os elétrons, tendo uma carga elétrica negativa, são geralmente retidos perto dos núcleos pelas forças de atração elétricas que se exercem entre cargas opostas.

ÁTOMO DE BOHR: Niels Bohr, que inventou um novo modelo para o átomo de hidrogênio.
Postulados de Bohr.
1. o elétron gira em torno do núcleo em uma órbita circular, como um satélite em torno de um planeta, mantendo-se nessa órbita às custas da força elétrica atrativa entre cargas de sinais opostos.
2. um átomo irradia energia quando um elétron salta de uma órbita mais externa de maior energia para uma órbita mais interna de menor energia.
3. a órbita circular não pode ter qualquer raio. Só alguns valores são permitidos para os raios das órbitas. Com isto criou o conceito de níveis de energia.

ÁTOMO DE DALTON: os principais postulados da Teoria Atômica de Dalton são: a matéria é formada por partículas extremamente pequenas chamadas átomos; os átomos são esferas maciças, indestrutíveis e intransformáveis; átomos que apresentam mesmas propriedades (tamanho, massa e forma) constituem um elemento químico; átomos de elementos diferentes possuem propriedades diferentes; os átomos podem se unir entre si formando “átomos compostos”; uma reação química nada mais é do que a união e separação de átomos.

ÁTOMO DE RUTHERFORD: em 1911, o cientista neozelandês Ernest Rutherford, utilizando os fenômenos radiativos no estudo da estrutura atômica, descobriu que o átomo não seria uma esfera maciça, mas sim formada por uma região central, chamada núcleo atômico, e uma região externa ao núcleo, chamada eletrosfera. No núcleo atômico esta-riam as partículas positivas, os prótons, e na eletrosfera as partículas negativas, os elétrons.

ÁTOMO DE THOMSOM: em 1903, o cientista inglês Joseph J. Thomson, baseado em experiências realizadas com gases e que mostraram que a matéria era formada por cargas elétricas positivas e negativas, modificou o modelo atômico de Dalton. Segundo Thomson, o átomo seria uma esfera maciça e positiva com as cargas negativas distribuídas, ao acaso, na esfera. A quantidade de cargas positivas e negativas seriam iguais e dessa forma o átomo seria eletricamente neutro. O modelo pro-posto por Thomson ficou conhecido como “pudim com passas”

ÁTOMOS POLIELETRÔNICOS: são átomos que contém dois ou mais elétrons.

ÁTOMOS RADIOATIVOS: são instáveis. Isso quer dizer que eles podem emitir radiação e se trans-formar em outros átomos. Radiações são partículas ou ondas eletromagnéticas emitidas pelo núcleo do átomo. Os núcleos dos átomos radioativos podem emitir três tipos principais de radiação: alfa; beta ou gama.

ATP: transportador universal de energia nas células dos seres vivos e que se designa por adenosina trifosfatada, pois possui três fosfatos na sua composição.

AURORAS POLARES: nas noites polares, a escuridão do céu é, às vezes, interrompida por brilhan-tes luzes multicoloridas que apresentam um movi-mento, como se fossem cortinas luminosas agita-das por estranhos ventos. Átomos ou molécu-las são bombardeados por elétrons provindos do sol, e essa excitação provoca a sua ionização, ou mesmo o rompimento de moléculas, dando origem a outros tantos átomos ou moléculas ionizadas. Os íons formados emitem radiação eletromagné-tica numa ampla faixa espectral, que vai do ultravio-leta ao infravermelho. O efeito luminoso mais co-mum nas auroras polares é o de cor verde-clara, que decorre de emissão por átomos de oxigênio. Por vezes ocorrem belas emissões cor-de-rosa, feitas por átomos de nitrogênio. O aspecto de corti-na movediça dessa auroras se deve a variações no campo magnético da Terra, que é o responsável pela orientação do fluxo de elétrons provindo do sol.

AURORA BOREAL: a aurora polar foi um fenômeno observado, em tempos passados, nos céus das regiões polares boreais, o que lhe deu o nome de “Aurora Boreal”.  Com o desenvolvimento e o aper-feiçoamento dos métodos de observação, verificou-se que essas luminosidades ocorrem também nas regiões do pólo sul, sendo então chamadas de “Auroras Austrais”.

AUTOCATÁLISE: quando um dos produtos da reação atua como catalisador. No início, a reação é lenta e, à medida que o catalisador (produto) vai se formando, sua velocidade vai aumentando.

AUTO-IONIZAÇÃO: transferência de um próton entre duas moléculas da mesma substância. Ocorre com a água, que naturalmente está ioniza-da em íons hidrônio(H3O+) e íons hidróxido(OH-).
Equilíbrio na água: H2O + H2O D H3O+ + OH-
De 555.000.000 de moléculas de água, somente uma se ioniza.

AUTOLIMPANTE, REVESTIMENTO: a flor de lótus serve de inspiração para vários grupos de cientistas ao redor do mundo que procuram desenvolver materiais muito lisos e resistentes à água. Um material assim servirá tanto a fabricação de revestimentos autolimpantes, à prova de poeira e água, quanto para reduzir o atrito em sistemas microeletromecânicos. A tecnologia é justamente uma cópia da estrutura da flor de lótus, que possui inúmeras saliências microscópicas, além de ter uma textura de cera. O resultado é que suas folhas estão sempre limpíssimas. Com o tipo correto de textura, as empresas poderão fabricar também revestimentos autolimpantes. Como as saliências do revestimento mede apenas uns poucos nanômetros de altura, e podem ser feitas de materiais transparentes irá repelir a água e a poeira sem modificar as propriedades do material revestido. As saliências são muito menores do que uma gota de água, e como estão muito próximas umas às outras, elas não perfuram as gotas d’água da mesma forma que os pregos não perfuram o corpo de um faquir. Terá aplicação potencial da tecnologia na construção de janelas autolimpantes e parabrisas de automóveis, que poderão permitir uma visão muito melhor para os motoristas durante viagem sob mau tempo. Os materiais hoje disponíveis, sob forma de aerosol ou spray, desgastam-se rapidamente, o que não acontecerá com os vidros produzidos com a nova tecnologia. O revestimento pode ser aplicado a superfícies de vários materiais e não apenas vidro. Bastará construir máquinas e peças móveis com a textura adequada para que elas virtualmente eliminem a necessidade de lubrificação.

AUTO-OXIDAÇÃO: é uma reação química não induzida, consistindo na fixação mais ou menos rápida do oxigênio molecular sobre uma substância química orgânica ou inorgânica. A auto-oxidação ao ocorrer pode causar o ranço nas gorduras.

AVOGADRO, AMEDEU: nasceu na Itália (1776 -1856), tendo inicialmente estudado advocacia. Em 1811 publicou uma importante hipótese sobre gases, segundo a qual volumes iguais de gases quaisquer, nas mesmas condições de temperatura e pressão, possuem o mesmo número de moléculas. O famoso número de partículas 6,02x1023, leia-se 602 sextihões, que representa a quantidadede partículas denomina-da  “MOL”, recebeu o nome de Número de Avogadro.

AZEITE: óleo extraído de azeitona. Óleo de plantas ou das gorduras de certos animais. Comestível, destinado à iluminação ou à lubrificação. Os azei-tes vegetais são quase sempre triésteres da glicerina.

AZIDA DE SÓDIO (NaN3): um sólido cristalino branco ou incolor. Solúvel em água e ligeiramente solúvel em álcool. Decompõe-se por aquecimento. É obtido por ação de óxido de nitrogênio (N2O) em sodamida quente (NaNH2). É usado como um rea-gente orgânico na manufatura de detonadores e na mistura para inflar air-bags.

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